sábado, abril 16, 2011

Parabenizando...

Clicar na foto


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«…Malmequer é branco, branco,

Que outra cor querem que escolha!

Se te querem ver bonito

Por que te arrancam as folhas?...»


Na beleza e no fascínio de um campo de flores cabe a magia do amor e a fantasia de nos vermos renovados em cada um dos malmequeres que todos os anos, tal como nós, desabrocham com os primeiros raios do sol da primavera, tornam-se num quadro de indizível beleza e simplicidade e assim se mantêm, para depois se guardarem no recato da ausência e da distância. Até tudo acontecer de novo, como nos aniversários.

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quarta-feira, agosto 26, 2009

Volto já


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Vou ali e já venho.

P.S. Não sem deixar uma beijola amiga à Carlota por ter tido a trabalheira de alterar datas de jantar e eu sem poder retribuir. Às vezes é nestas pequenas coisas que reparamos como as pessoas podem ser grandes.

E, já agora, um bom regresso a Bruxelas.

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Reflexão a fechar um dia de férias demasiadamente curtas


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Afastar Cândida Pinto e ter o processo Freeport resolvido antes das eleições legislativas (em consistência com o vaticínio da própria Cândida Pinto, há algum tempo), como, de resto, processos e questões apendiculares como a – alegada – pressão do presidente do Eurojust sobre magistrados, mais do que um sinal da desejável eficiência da nossa justiça, teria sido um acto de decência e de higiene.

Assim, da forma como tudo está a correr, consolidamos a ideia generalizada de que muito do que temos e somos é pouco confiável. E recorda-nos de que além de pouco já valermos como povo, estamos comprometendo definitivamente o nosso futuro como nação, merecedora do respeito devido enquanto tal, no inevitável concerto regional em que temos necessariamente de estar incluídos.
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Pensar nas pessoas 2


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Evidentemente que concedo algumas excepções aos desígnios de António Costa. Ver as ruas do Bairro Azul assim, como na foto, poderia constituir uma plausível razão para acabar com os carros em Lisboa.

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Pensar nas pessoas


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Pensar nas pessoas – aqui está uma expressão querida à esquerda moderna que não percebe que de tanto pensar nas pessoas acabam por chateá-las até ao tutano e prejudicá-las consideravelmente. A esquerda pensa nas pessoas quando projecta aeroportos, TGV´s, aumenta o défice, corta o tráfego automóvel, condiciona acessos ou visita bairros problemáticos de cada vez que alguns dos seus moradores assaltam, roubam ou molestam outras pessoas (por acaso também pessoas, mas não servem tão bem o propósito).

António Costa deve ter pensado pelo menos em dez pessoas que estão a precisar de fazer exercício. Elas terão, a breve trecho, uma ciclo via onde poderão derreter lípidos e colesterol, desentupir artérias e enrijecer os gémeos. Em breve teremos dez pessoas mais saudáveis e que, eventualmente, viverão mais tempo (se, lagarto, lagarto, não caírem da bicicleta).

O custo desta medida será o aniquilamento de 400 a 500 lugares de estacionamento no Bairro Azul. Mas também, por que diabo é que esta gente se havia de lembrar de ter carro? Costa já disse que quer acabar com os carros em Lisboa, uma tirada que lhe vai muito bem com a gravata e muito em uso nesta repartição. Cai mal a toda e gente que tem e precisa de carro para se deslocar mas cai-lhe bem a ele mai-los seus correligionários.

Não caírem eles da bicicleta…
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Internacionalistas


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A vinda recente de uns quantos médicos para Portugal e a sua respectiva mediatização deu-me que pensar.

- Estas missões internacionalistas ainda dão direito a pontos, tipo BP ou Galp, mediante os quais os «voluntários» têm direito a um par de torradeiras quanto voltam a casa?

- Os médicos em questão têm as qualificações necessárias? Ou são os conhecidos eternos finalistas de medicina que Fidel não deixa acabar o curso para evitar que eles debandem do paraíso do comandante, tal como fazia, aliás com os advogados?

- Mesmo não sendo contas do nosso rosário, os salários são pagos aos interessados? Ou são pagos ao governo cubano através de protocolos adequados mediante os quais os internacionalistas apenas recebem um subsídio local estritamente de acordo com as suas necessidades básicas?

Mesmo dando de barato que Cuba e Venezuela são, hoje por hoje, um fetiche da esquerda intelectual portuguesa (entenda-se aquela que acha que se pode e deve criticar os regimes de Chavez e Castro mas que encontra sempre um fundo «humanista» nas barbaridades de cada um deles), gostava de ter respostas a estas minhas dívidas. Para além de me explicarem a diferença entre o escarcéu habitual com a vinda de médicos vizinhos espanhóis e a solene mediatização concedida aos «internacionalistas» cubanos.

Nota: Esta nota nada tem a ver com os médicos em si, como pessoas. Conheci situações semelhantes com outras profissões, como a de pilotos de pulverizações aéreas, por exemplo, onde encontrei e acabei por fazer amigos, na convicção pueril de que o mundo era assim (subsídio local, salário para o partido, pontos para a torradeira, etc.). Nesse grupo de amigos descontava os bufos, naturalmente sempre incluídos nos «grupos de trabalho» para manterem os niños na ordem e evitar que se rendessem aos pecados do capitalismo e se «esquecessem» de apanhar o avião de volta.

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domingo, agosto 23, 2009

Juke box 74

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Let´s make a nice piece of Sunday!

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Em defesa da Carolina

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Ainda não percebi os pecados da Carolina. Só comer cerejas sem os caroços que a empregada lhes tirou, preferir uvas sem grainha e não gostar de perder, preferindo fazer batota, entre outras afirmações, são afinal uma imagem de marca dos portugueses em geral e da juventude em particular. Sendo que a juventude tem menos culpas no cartório pois, como se espera, seguir os exemplos dos meus velhos é uma prática desejável.

Já Sócrates deveria limpar as mãos à parede com a escolha que fez. Ou não. Porventura ele próprio se revê na filosofia (!!) da Carolina, habituou-se a comer cerejas descaroçadas (às vezes até se perdem os caroços, depois), uvas sem grainhas e quanto a batota, parece que começou bem cedo com os projectos da Guarda (não vejo que outro nome se possa dar àquilo) ou com os diplomas dominicais (continuo a não ver que outro nome se possa dar àquilo). Isto para nos cingirmos apenas às afirmações da mandatária para a juventude. Porque há mais, evidentemente.

Exaltemos, pois, a Carolina como alguém que não precisa de explicador para aprender bem a matéria. Quanto aos que a escolheram, afinal onde está a novidade? Não são eles próprios batoteiros, com mau perder e dados à cereja descaroçada?

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sexta-feira, agosto 21, 2009

Eu tenho um art director


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Não parece, mas eu tenho um Art director. Foi ele que me tratou de passar o Espumadamente meio mostrengo que tive para oferecer durante quase cinco anos para a obra de arte que é hoje. Para que conste, não lhe pago, embora condescenda em dar-lhe o privilégio da minha companhia ao almoço. Pouca coisa, se pensarmos que outorgo o mesmo privilégio a outros mastigantes que não são directores de arte nenhuma. São directores de outras artes que não vêm ao caso, mas de arte, arte pura, não. Finalmente tenho ainda de declarar que não votamos no mesmo partido. Eu voto bem e ele vota mal, porque a única coisa que conseguiu até hoje foi um lugar de prelesidente de junta, coisa aliás que lhe vai bem com as camisas de dois tons e com o telefone número 3 que ele gosta de usar. Mas pronto. Tenho um art director. Para que se saiba. Para que conste.

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Ainda se lembram do Fripór?


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Se eu tivesse vários depósitos avultados, na ordem dos €200.000 e não me lembrasse porquê, como e por alma de quem, de certeza que ia ao médico certificar-me de que estava com as meninges no sítio. Mas há gente que não se importa. Não sabe, não viu, não se lembra e, com jeitinho, deve ter raiva a quem sabe. Porque de certeza que as pessoas vão logo aproveitar estes lapsos de memória para continuar as campanhas negras, só porque o beneficiário dos depósitos foi presidente do Instituto de Conservação da Natureza no tempo de Sócrates como ministro do ambiente.

Um país de má-língua, é o que é.



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É a vida...


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O novo Street View da Google já está envolto em polémica. Na Alemanha, por exemplo, já há queixas. Em Portugal, para além de já me ser possível saber se a vizinha está de janela aberta, surgem flagrantes como os das fotos. Casos destes (ao cimo do Eduardo VII) deveriam ter uma chamada tipo «aumentar bem a imagem e vai ver que a senhora está apenas a conversar com o cavalheiro». Aqui.

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quinta-feira, agosto 20, 2009

Caldeirada à Isaltino

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Não sei quem faz estes vídeos, nem como. Mas para soltar uma boa gargalhada, serve. E haverá coisa melhor que uma saudável e sonora gargalhada? Nem a caldeirada de Isaltino. Riamo-nos (não deu erro ortográfico, deve estar certo) que o Verão está aqui está a acabar.

Via 31 da Armada

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Picaretices


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«...Sócrates não é tipo para "debates". É um solipsista que fala essencialmente dele e para ele. Sem encanto, imaginação, rasgo ou qualquer tipo de sofisticação. Lá onde o outro era uma "picareta falante", este é um falante que gosta de exibir picaretas...»

«...Sócrates, pelo contrário, sabe que o país já mal o pode ouvir...»


João Gonçalves, aqui.

Há um pormenor em que discordo do JG. Quando ele diz que o país já mal o pode ouvir, há que descontar aqueles que não só o ouvem (mesmo que o detestem), como acordam diariamente a pensar na cantata socrática que farão ao longo do dia. Vá lá saber-se porquê.

Um outro pormenor em que discordo é que há muitos que já passaram de nível. Do «nível mal o podem ouvir» passaram ao nível seguinte de absoluta incapacidade de ouvir sequer o seu timbre de voz. Ao ponto de mudarem de restaurante sempre que aquele em que acabaram de entrar tem a televisão sintonizada na SIC, já que esta estação agora resolveu acompanhar o Grande Líder ao milímetro. Vá lá saber-se porquê...
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quarta-feira, agosto 19, 2009

Hilariante

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Já viram o filme? Bruno (Sacha Baron Cohen) explica como é que conseguiu um terrorista para entrevistar.

«It’s not that easy to find a real terrorist, you know?»

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Comer e calar


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Aqui há um tempo a minha filha levou um formidável murro no queixo, enquanto esperava que o metropolitano arrancasse, na estação do Campo Grande. Sentada com uma colega, no regresso da faculdade, aguardava que o comboio arrancasse quando dois animais se lhe dirigiram com uma série de obscenidades. Como elas se levantassem para mudar de lugar, um dos animais, o mais repelente e maior, assentou-lhe um murro na boca. Confusão, um polícia à paisana que consegue apanhar um dos animais (o animal que bateu conseguiu fugir) e uma queixa apresentada na esquadra da estação do Marquês de Pombal. Quando levantei dúvidas sobre a utilidade de apresentar queixa (a minha filha ainda era menor), o polícia insistiu, porque conhecia o animal, sabia muito bem onde ele morava e aquilo era trigo limpo. O animal morava em Loures e ia lá e prendia-o.

Dois anos depois, surge uma convocatória da PSP de Cascais a intimar a minha filha para comparecer no posto. Telefonei para lá, li a intimação e de lá disseram que era para ser informada que tinha de ir à esquadra de Carcavelos. Pedi o contacto e telefonei para Carcavelos. Fui informado de que era para dizerem à ofendida que não tinham prendido o animal e que iam arquivar o caso. Não liguei mais ao assunto até cerca de duas semanas depois, quando me aparece um polícia, educado, à porta de casa a perguntar pela minha filha porque ela tinha faltado ao tribunal e ia, assim, detê-la…. E para não fazer disto uma longa história, direi apenas que expliquei que ela já tinha saído para as aulas, que eu era o pai e que ia lá eu, mas não escapei de ter de pagar duas unidades de conta (mais de €300) por ela ter faltado ao tribunal. De pouco valeu eu ter dito que tinha telefonado para a esquadra de Cascais e de Carcavelos e de ter tomado a informação de Carcavelos como final – que o animal não tinha sido apanhado.

Este episódio vem a propósito desta notícia. O que me leva a pensar que nesta terra o melhor é comer e calar. É que as coisas depois embrulham-se tanto que uma pessoa ainda acaba a pagar custas ou unidades de conta por ter faltado ao tribunal, para lhe dizerem que não apanharam o agressor. Mas não contem nada a Sócrates que ele anda muito ocupado a visitar escolas desde que saiu a notícia dos 40 milhões do Ministério da Educação sem concurso público (se não souberem bem do que se trata é ouvir a SIC com atenção que esta estação explica os passos do Grande Líder ao milímetro e ao segundo) e não tem tempo para disparates de Verão.
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Coisas


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Ou é a season que é mesmo silly ou começo a ter dificuldades em que me ocorra qualquer coisa de jeito para fazer um postesinho asseado. Agora por coisas, quem é o João Coisas? E o que é um Art Director? E porque carga de água é que o homem não vota PS?

Tirando as coisas do Coisas, coisas que o nosso Grande Líder teria apelidado de disparates de Verão se a SIC lho tivesse perguntado, não fica grande coisa para postar. Há o jogo de ontem, eu sei, cheio de coisas esquisitas como a parcialidade do árbitro e de haver ainda jogadores que ganham milhares de euros por dia e ainda se esquecem que se tirarem a camisola depois de um golo vão para a rua. Coisas de jogadores de futebol.

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Ouve o que eu te digo...


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Giro, giro, é estar a ouvir as notícias matinais na RTP e, na rubrica «falar bem português», ouvir a repórter perguntar aos transeuntes se se diz trezentos gramas ou trezentas gramas…

Nota: A grande maioria dos interpelados respondeu trezentos gramas pelo que deduzo que a maior parte deles não vê a RTP.

Adenda: A Ana, com o seu rigor que muito aprecio, chama a atenção no seu comentário a este post para o facto de a unidade ser sempre singular. Fica o registo mas pergunto à Ana: Se de cada vez que vou à charcutaria e peço duzentos gramas de fiambre a menina já olha para mim como se eu fosse um ET, imagina tu eu chegar e pedir dê-me duzentos grama de fiambre, por favor.

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terça-feira, agosto 18, 2009

Uhhhh! He needs a cocktail, now!

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"Eu acredito que um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher. Isso não é nenhuma ofensa às outras pessoas, mas é como eu fui criada."

"Eu não aceitaria dizer qualquer outra coisa. Eu disse o que eu sinto. Eu dei uma opinião que é verdadeira comigo mesma e isso é tudo o que eu posso fazer".

E eis que, de repente, aparece uma miss que além de bonita fala de forma escorreita e pensa pela própria cabeça. O resultado é que em vez de se pronunciar pela paz, pela justiça entre os homens e se referir às criancinhas a ser comidas pelas moscas na Etiópia, achou que devia responder com sinceridade à pergunta sobre a sua opinião acerca do casamento entre pessoas do mesmo sexo, feita por um blogger e activista gay de nome Perez Hilton que, entre outras coisas, achou que Carrie se resumia a half a brain e era uma bitch ordinária e que acabara de ser vaiada com toda a justiça (este Hilton, com jeitinho e se tivesse um blogue português ainda chamava filho da puta a alguém), por causa da resposta que ela deu.

Bem se esforçou Carrie Prejean em tornar claro que aquela era a sua opinião e que nada tinha contra gays, isso não evitou que Hilton espumasse uma série de diatribes contra a atrevida que, entretanto, perdeu o concurso a favor de uma outra concorrente, objectivamente porque o juiz Hilton ficou «arrasado» e achou que a resposta de Carrie «alienou milhões de americanos gays e lésbicas, as suas famílias e os seus apoiantes».

Vale a pena ver o vídeo aqui. A partir deste vídeo pode aceder a vários outros sobre o mesmo tema, incluindo uma entrevista do arrasado Hilton a Larry King.

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segunda-feira, agosto 17, 2009

País absurdo


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«Como não era acusado de pedofilia não tive ninguém do PS a receber-me.»

(José Luis Judas em entrevista ao i de hoje)

A mim o que verdadeiramente me choca é como é que frases destas já não chocam ninguém. Nem quem as diz, como José Luis Judas disse hoje em entrevista ao i, nem quem as lê ou ouve.

É o resultado de um sentimento instalado por um governo e por um Partido que continuadamente não respeitou os seus eleitores e não se respeitou a si próprio, patrocinando e avalizando episódios mais ou menos burlescos que de tantos e tão absurdos acabaram por enformar a razão plausível daqueles que hoje dizem, à boca cheia, que Portugal é um lugar mal frequentado. Por isso este desabafo de Judas passará ao esquecimento em menos de vinte e quatro horas. Mas que envergonha e faz pensar, lá isso é verdade.

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Sobe o nível da blogosfera


[3309]

O verniz da esquerda é como o leite. Fervendo, vem por fora do fervedor. Ainda no Jugular, agora chama-se filho da puta a João Gonçalves. A razão parece residir no facto de João Gonçalves ter chamado ao filho de Vítor Constâncio filho de Vítor Constâncio. Chamou, é verdade «outro» a Constâncio pai, no contexto do post e que nada tem de ofensivo, muito menos com senhoras mal comportadas. Em relação à mãe do filho de Constâncio não consegui descobrir qualquer referência.

Mas João Galamba não gostou. E daí a chamar filho da puta a João Gonçalves foi um passo.
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