sábado, fevereiro 14, 2015

Desculpas a Costa


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A Costa o que é de Costa e em obediência ao mais elementar sentido da justiça e autocensura, retrato-me aqui publicamente. Por várias vezes me referi à ponte pedonal e ciclável (ciclável dá erro aqui no corrector e também acho que não existe, mas vem assim na notícia…), reclamando do facto de ali se ter gasto uma pipa de massa, se ter obstruído o trânsito durante mais de um ano e jamais se ter lobrigado (lobrigado existe) um peãozinho ou uma bicicletinha atravessando a via (pedonal e ciclável). Pois, a verdade é só uma, como se dizia da Rádio Moscovo, os peões e as bicicletas não passavam porque a via ainda não tinha sido inaugurada.

Foi hoje. Costa aplicou um capacete e fez-se à chuva e ao vento, atravessando a ponte com galhardia e pundonor. Não sem antes ter feito um discurso com elevado sentido de Estado, onde nos explicou a importância de uma coisa qualquer nos edifícios e nas emissões, na preservação do clima. E terminou o discurso com a seguinte tirada: «…Claro, já sabemos, devemos comer menos pastéis de nata, também já sabemos que não devemos abusar dos enchidos no cozido à portuguesa, mas para além disso tudo devemos ter uma atividade que nos permita manter atividade, quer andando, quer pedalando, isso é uma forma de termos uma cidade mais saudável» Eu seja ceguinho! SIC , sintaxe e acordo ortográfico respeitados.

Tenho a certeza que a partir de amanhã é que vai ser um corrupio de bicicletas e peões entre Telheiras e Carnide. Tal como confio no aumento do consumo de pastéis de nata e do cozido à portuguesa já que, seguramente, poderemos ir reciclá-los para a pente pedonal e ciclável. Com moderadas emissões, espera-se. E peço a Costa que me releve a desatenção de ter falado no assunto, num tom crítico, antes da magna inauguração.

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quarta-feira, julho 20, 2011

A ventania





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O vento tem soprado impiedoso sobre o litoral oeste. Esta do «litoral oeste», muito usado nos boletins de meteorologia das televisões, no meu modesto entender deveria corresponder ao país todo, de Valença à Ponta de Sagres, deixando um troço de litoral sul de Sagres a V. R. de Santo António, mas por qualquer razão que me escapa, o litoral oeste é este bocadinho aqui em Cascais e que, com boa vontade, se estende à Azóia e um bocadinho acima do Cabo da Roca.

O vento sopra impiedoso, vem do norte e traz baixas temperaturas. As pessoas andam preocupadas. O Verão já não é o que era e isto de andarmos com frio em Julho só pode significar, hummmm… aquecimento global não faz sentido… alterações climáticas, é isso. Normalmente, temperaturas acima da média produzem mais impacto no cantinho de pânicos que os terráqueos em geral e os portugueses em particular possuem escondido numa qualquer circunvolução cerebral. Mas o frio também funciona. Se a primavera foi a mais quente dos últimos… não sei quantos anos, coisa dita amiúde e com ar grave nas televisões, o frio de Julho tem sido conotado com qualquer coisa pouco abaixo do fim do mundo, castigo divino tipo praga do Egipto e que deve ser para nos castigar a todos pelas nossas malfeitorias.

Um dia destes o calor volta. E as notícias de que, então, estaremos a atravessar um período de temperaturas acima dos valores normais para a época sossegar-nos-ão o corpo, ainda que mantendo os desejáveis níveis de pânico reservado aos caprichos da meteorologia, ao Armagedão que Deus, mais tarde ou mais cedo, cansado e farto de nos aturar, lançará contra a sociedade iníqua. Sobretudo a senhora Merkel que não nos quer pagar as contas.
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sexta-feira, maio 28, 2010

Os pólens e as alterações climáticas


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Tenho a certeza de que já existiam pólens muito antes da televisão estatal nos brindar com aqueles sofisticados «boletins polínicos», através dos quais ficamos a saber que os pólens de hoje são maioritariamente de gramíneas e oliveiras, ao mesmo tempo que, cientes da massa de ar quente que se desloca do centro da Europa e que bloqueia a massa de ar húmido que se desloca daquela zona ali a noroeste dos Açores, também nos apercebemos de que a A5 está entupida por causa de um acidente ou há um banco de nevoeiro na ponte do Freixo. Voltando aos pólens e enquanto não nos surge mais um boletim de esclarecimento sobre gramíneas (para todos sabermos que estas são monocotiledóneas) para sabermos que tipo de poléns nos aflige os pólipos nasais, ou porque é que os pólens das oliveiras são mais frequentes que o dos eucaliptos, ficamos também a saber que o aquecimento global as alterações climáticas têm uma importância decisiva na formação, no aparecimento, no devaneio, na errância dos pólens que nos põem a espirrar, coçar a epiderme, esfregar as conjuntivas e pigarrear as amígdalas martirizadas pelos monocotiledónicos pólens.

A minha mãezinha (e lembro-me de algures já ter escrito sobre isso) é um ser de hábitos e inalteráveis rotinas. Nunca ela terminou uma refeição sem uma peça de fruta ou a começou sem um prato de sopa e toda a sua vida é pautada por um regime de rotinas que, aparentemente, lhe têm feito muito bem, a avaliar pela idade que tem e saúde de que desfruta. No que concerne a espirros, ela tem um acesso de espirros por quinzena. São 14 espirros… os primeiros seis intervalados de dez segundos, os quatro seguintes passam a estar espaçados de quinze segundos, depois tem dois, mais espaçados ainda (vinte e cinco segundos) e os últimos dois podem demorar um pouco mais ou um pouco menos, na certeza que ela não retoma seja o que for que esteja fazendo porque… lhe falta espirrar ainda duas vezes.

Eu acho que ela sempre assim foi, desde o tempo em que as televisões e os jornais ainda não nos entupiam com as alterações climáticas. Hoje, com todos os tratos de polé a que o homem submeteu o planeta azul donde, inexoravelmente, resultou uma massa de pólens de gramíneas e de oliveiras, a minha mãe continua a espirrar o mesmo número de espirros e à mesma cadência. E até ela, valha-me deus, deixou escapar um dia destes, após uma saudável sessão de espirros, uma queixa de que com estas mudanças de clima o ar andava cheio de pólens.

Poupei-a explicar-lhe que os pólens já existiam desde que Deus Nosso Senhor criou o mundo e que os pólens de hoje eram maioritariamente de gramíneas e oliveiras, mas deixei-a ficar na certeza que os espirros dela se devem às malfeitorias dos homens, segundo nos informaram hoje na televisão. E no fim, para a confortar, eu próprio espirrei e corroborei: - Malditas alterações climáticas, mãe!

E ela ficou toda contente por ter um filho realmente consciente da coisa ecológica e, também, que ouve os boletins polínicos da RTP1.

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sábado, março 13, 2010

Alterações climáticas?


Clicar na foto para se sentir um arrepio pela espinha acima

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Já agora e a propósito do post anterior. Por onde anda o tal de aquecimento global? É que nem dele se ouve falar… ao menos de "alterações climáticas", que coisa. Somos uns ingratos, é o que é. Por mim, pagava outra vez €300.000 ao Al Gore para vir cá dizer umas patacoadas…

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terça-feira, dezembro 15, 2009

A mão por baixo


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Não sou menino nem borracho mas há um grupo de gente preocupada em pôr-me a mão por baixo. Ele é o trânsito, ele é o consumo excessivo de energia, ele é a alimentação impregnada de nitratos, cloretos, sulfatos e outros desideratos, ele é as calorias, a nicotina, a roupa sintética, a poluição, a reciclagem, os pilhões, a incineração, o número de horas de televisão para as criancinhas (independentemente das horas e horas seguida de TV estupidificante ministrada aos adultos), a sexualidade (incluindo a idade em que as criancinhas devem começar a masturbar-se), o racismo, a consciência multicultural, o azar que os americanos e os italianos tiveram em apanhar com o Bush e o Berlusconi e o Blair, enfim, escapa, apesar da cena do Iraque, ele é os pepinos que devem ser direitos, as laranjas que não podem ter cochonilhas, os morangos que têm de ser do mesmo tamanho, ele é o comércio tradicional que deve ser frequentado para não engordarmos mais os malfeitores do capitalismo como o Belmiro, o Jerónimo e correlativos e outros a quem, entretanto, se continua a passar licenças para os maiores centros comerciais da Europa, ele é o frio… o frio… aqui chegado, confesso que me cansa já que me digam que o frio… faz frio, que o frio é muito frio e que temos de ter muitos cuidados com o frio e para isso é que se fizeram os alertas amarelos da Autoridade Nacional de Protecção Civil que eu não sei bem o que é mas serve para dar cor aos «alertas» e recomendar-nos o uso de várias camadas de roupa e cuidados com a condução por causa do gelo porque a água congela a 0 graus e, como se sabe, as temperaturas em Portugal para hoje variam entre os 5 positivos e os 6 negativos. Assim sendo, não fosse não repararmos, somos bombardeados com estes avisos de alerta amarelo, explicações científicas sobre o frio. Para não falar mesmo nos directos com o português típico que está misteriosamente sempre na rua de cada vez que há directos para as televisões e que, entaramelado e trágico como o destino que ele acha que Deus lhe deu, diz para a reportagem que está muito frio. Não fosse não termos reparado. Houve um mesmo que disse, “…então a menina veja que eu costumo pôr o irradiador a 20 graus e hoje cheguei a casa e estava só a 18…”. Independentemente da hermenêutica, ficámos a perceber que até o «irradiador» do senhor sofre com o frio.

Isto, do frio, nos intervalos das notícias sobre o aquecimento global, está bem de ver, ainda há pouco um cientista cujo nome não fixei, afirmou, preto no branco e com ar de quem esteve cinco horas seguidas a estudar as franjas do anticiclone centrado no Golfo da Biscaia depois de ter lido um trabalho sobre a inevitável extinção do urso polar, que a temperatura em Portugal, segundo estudos (????) subiu 0,7 graus C durante o século XX. Ele não explicou que estudos foram esses mas como ninguém lhe vai perguntar, fica assim decretado que o país está a aquecer. Isto porque a linguagem científica o confirma, disse o cientista e eu faço mmuuuuu e acredito.

Mas já me estou a desviar do frio e o melhor mesmo é ficar por aqui. Bom trabalho para todos, janelinhas bem calafetadas, cuidado com as correntes de ar e «correspondências», mudanças de temperatura. Sobretudo, se tiverem febre, cuidado com o paracetamol, pois passar dos 39 de febre para os normais 36,5 é uma mudança brusca de temperatura que pode provocar coriza e tumefacção dos pólipos nasais (escrevi polipos, mas o corrector aplicou-lhe o acento, és capaz mesmo de ter razão, Papoila…).

Adenda:
Acabou de me telefonar um colega muito dado a esta coisa das agriculturas biológicas, normalizadas, bacteriologicamente puras e morfologicamente estéticas (é um esteta este homem…) dizendo que, afinal os pepinos já podem ser tortos. A UE já autoriza. Eu já tinha ouvido qualquer coisa, mas não estava certo. Mas antes assim, que os pepinos querem-se com identidade própria, porque se há coisa mais entediante e carecida de estímulo é a humanidade a comer pepinos iguais, por muito direitos que estejam
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quinta-feira, setembro 25, 2008

Nevão no Kwazulu Natal






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Acabadas de chegar, fresquinhas, estas fotos ilustram um forte nevão ocorrido no passado Domingo na região Kwazulu Natal. Elas são dirigidas sobretudo àqueles que tenham um conhecimento mínimo da geografia da África do Sul e/ou que por lá tenham andado, na certeza de que acharão curioso este nevão. Para mais, numa altura em que a Primavera acabou de se instalar. Para os que não conhecerem o Pais, elas serão meras fotos de um nevão.

Foto 1
: A contradição. Se a "Associação Recreativa e Cultural dos Amigos das Alterações Climáticas" descobrem a foto de um cacto nevado fazem já 8 artigos de opinião, 2 documentários subsidiados e mandam um convite a Al Gore para vir a Lisboa dissertar sobre este cacto zulu;

Fotos seguintes
: Nottingham Road
e a última em Draks Gate.
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sábado, agosto 16, 2008

Engenharia térmica


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Tinha a ideia de escrever sobre a engenharia térmica que vai por aí. Mas a JCD antecipou-se e fê-lo tão bem que já nem digo mais nada.

Resta o registo da forma patética como esta gente quer o aquecimento global à força.

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terça-feira, agosto 12, 2008

O fresquinho nacional


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Instituto Nacional de Meteorologia – estado do tempo presente

E quando há uns meses atrás o país foi inundado com notícias alarmistas de um dos verões mais quentes das últimas décadas, que o aquecimento global berrebéubéu e o Bush não sei quê? Dava direito a peritos na matéria e tudo, com intervenções e entrevistas nos vários serviços noticiosos. Tudo com aquele ar de “governo atento e zelador” pronto a carregar nos botões de alerta laranja e vermelho para não morrerem velhinhos no Alentejo!...

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segunda-feira, junho 16, 2008

Mais meio grau para Junho


Uma crédula ouvinte dos boletins meteorológicos a precaver -se contra o meio grau anunciado

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Nos "idos de Maio" ouvi uma notícia sobre meteorologia. Que devíamos estar preparados para vagas de intenso calor que estariam a arribar em Junho. Calor intenso e seco, dizia a noticia. Embora o final da notícia fosse rematada com a previsão de que Junho seria meio grau mais quente em relação a um período qualquer que já não me ocorre, o que ficava eram as vagas de intenso calor seco. Aliás, o pormenor do meio grau acrescentava o rigor e o preciosismo desejáveis nestas coisas de aquecimento global. Claro que a RTP, sempre lesta a noticiar as desgraças associadas às alterações climáticas, ou não fizessem elas parte do cardápio de malfeitorias da nossa civilização, com os americanos a empunhar o estandarte, repetiu a notícia uma, duas, três, um milhão de vezes.

Hoje, dezasseis dias depois do anúncio da catástrofe do meio grau, acordei com a chuva a bater na vidraça. Lá terei que esperar mais uns dias, que ainda faltam catorze para se cumprir a previsão. Das vagas de calor que irão fazer subir a temperatura meio grau. Por enquanto está tudo bem, espera-se apenas um aumento de trabalho de bate-chapas que é o costume entre os condutores portugueses – amolgarem-se todos uns aos outros sempre que caem uns pingos.
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quinta-feira, abril 10, 2008

O tornado ribatejano


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Já lá vão mais de vinte e quatro horas e ainda não descobri nenhum post a dizer que as alterações climáticas chegaram ao distrito de Santarém. Está mal...

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domingo, dezembro 16, 2007

O aquecimento global não perdoa

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Previsão do INM para amanhã, segunda-feira:

Bragança: -7
Braga: -3
Porto: 0
Viseu: 0
Coimbra: 2
Guarda: -1
Santarém: 0
Lisboa: 3
Beja: 3
Faro: 4
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segunda-feira, agosto 27, 2007

Manda-chuvas



[1973]

O Verão de 2007 será marcado pela inconstância. Acabou de o dizer um senhor com ar de milibar com reforma antecipada, no Canal 1. Mas afirmou-o com o mesmo ar e a mesma convicção com que ouvi, há cerca de sete ou oito meses, dezenas de personalidades que percebem da poda a avisar-nos que íamos ter vagas sucessivas de um calor tórrido que ia matar uma data de velhinhos e, naturalmente, confirmar o descalabro das alterações climáticas em curso.

A facilidade com que estes sábios transitam daquele ar grave, trágico e cúmplice dos mais hediondos actos do homem (dos americanos?) na destruição da humanidade para aquele ar tipo “não te disse?” é de morrer a rir.
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quarta-feira, agosto 15, 2007

Anti-ciclones desmancha prazeres



[1947]

Depois de sermos martelados no início deste ano com estimativas de vagas de calor intensíssimo para este Verão, eis que se descobriu que o Verão ameno que estamos a atravessar se deve… adivinhem… ao anti-ciclone dos Açores, que este ano está um bocadinho deslocado da sua posição habitual.

Que chatice. Pode ser que para o ano o anticiclone volte ao lugar e depois chama-se o Al Gore outra vez, não se fala mais nisso.


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domingo, julho 29, 2007

Os paineleiros do aquecimento global



Manhattan, New York City: With high concentrations of population living just above sea level, New York and Los Angeles were listed in a recent report from the Intergovernmental Panel on Climate Change as being at risk of potentially catastrophic "megafloods" resulting from rising oceans and stronger storms in the next century.


[1914]

Aparentemente há um "painel intergovernamental sobre as mudanças climáticas". Deve haver mais painéis do género e aposto que todos eles coincidentes na catástrofe que vem aí e, claro, na sugestão velada de que não fossem os americanos e o mundo andava certinho, sem ursos polares a morrer no norte, glaciares a derreter no sul e o Kilimanjaro estaria ainda cheio de neve, apesar de eu já ter lido um documento que afirma que o degelo no Kilimanjaro era inevitável e a comunidade científica já o sabia, dada a natureza vulcânica da montanha.

E esta gente sabe da poda. Uma belíssima foto de Manhattan como a que se vê no topo do post, uma legenda apropriada e o impacto está criado. Ainda ninguém explicou cientificamente que há uma relação directa entre o aquecimento global e a acção do homem (não sou eu que o digo, há abundante literatura sobre o assunto), mas enquanto o pau vai e vem folgam as costas e vamos tranquilamente disseminando a eco-religião.


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sábado, julho 21, 2007

Aquecimento global



[1898]

Uff! Nada como a doce sensação de nos sentirmos esclarecidos. Afinal aquelas previsões catastróficas de um Verão com assassinas vagas de calor que os jornais, televisões e rádios anunciavam a todo o instante, aquando da visita de Al Gore a Portugal não se materializaram. A razão deve-se ao facto de a crista do anticiclone dos Açores bla bla bla estar a sofrer a influência de um centro de baixa pressão berrebeubeu que arrasta ventos do quadrante noroeste blablabla cheio de milibares inesperados e de uma corrente manhosa berrebeubeu que se escapuliu do Báltico, veio por ali abaixo e resolveu arrefecer o ambiente yadayadayada, mais uma outra crista de altas pressões bla bla bla que fez frente à franja dos ventos de sueste que deviam estar a aquecer o pessoal, mas não consegue berrebeubeu, por causa de um sarampo mal curado que Farenheit teve em pequenino, tolhendo-o na realização de mais descobertas, com as quais poderíamos, quiçá, ter muito mais certezas sobre a inconveniência de umas quantas verdades que deveriam tomar corpo já em Julho. E a porcaria do tempo que nunca mais aquece.

Uma pergunta: Não se pode processar esta gente que andou a apregoar Verões escaldantes em Janeiro e que agora vêm para a televisão dizer que as previsões a mais de nove dias são sempre falíveis? Não é por nada. É mais por aquele fervor eco-religioso que envolveu a palestra de Al Gore. O tal que vai subindo nas sondagens do Partido Democrático. Se bem que isto de fazer sondagens a mais de nove dias é sempre problemático…


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terça-feira, abril 17, 2007

Aquecimento global



St. James Lake, Minnesota - Abril 2007
Foto
The Telegraph

[1684]

Sugestão para hoje: - Sentar Al Gore neste banco durante 2 horas. Em ceroulas.
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sexta-feira, março 16, 2007

AG (Aquecimento global)



Cartoon de Cox & Forkum

[1624]

"A North Pole expedition meant to bring attention to global warming was called off after one of the explorers got frostbite. The explorers, Ann Bancroft and Liv Arnesen, on Saturday called off what was intended to be a 530-mile trek across the Arctic Ocean after Arnesen suffered frostbite in three of her toes, and extreme cold temperatures drained the batteries in some of their electronic equipment…" (
continue a ler)

No fundo, no fundo, isto é um bocadinho como a proibição dos isqueiros da BIC. É preciso é manter o povo entretido (e protegido). Povo entretido é povo feliz.



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