sexta-feira, setembro 11, 2009

As boas recordações


[3352]

Nunca falei nisto, mas “dei” com esta foto e lembrei-me que consegui um primeiro lugar na classe e um terceiro lugar na geral num dos mais prestigiados ralis em África – o Rali do BNU.

Foi em 1973 e a chegada a Luanda foi em apoteose, com direito a primeira página no dia seguinte no “Província de Angola”. Como navegador tive o Lima Miranda, um grande amigo e colega que vive no Algarve e sei que não lê blogues. Mas vou ligar-lhe para ele ler o post.

Um doce, a quem souber identificar este carro.

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segunda-feira, agosto 31, 2009

Sabor a pato


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Como de tudo. Sou aquilo que se chama uma «boa boca». Peixe, carne, legumes, frutas e farináceos. Massas, arrozes, solanáceas e cucurbitáceas, crucíferas, liliáceas e umbelíferas, alcachofras e papilionáceas. Lacticínios de toda a espécie, desde que não seja leite, por causa de um trauma de juventude, quando vi um colega ganhar uma aposta ao beber leite em circuito directo do teto de uma vaca holandesa para a boca. Boca, dele, bem entendido, mas boca. Nas carnes, também não sou esquisito, Vaca, porco, borrego e javali. Aves de muitas espécies. Galinha, peru, codorniz, perdiz, avestruz e outras aves. Aves? Bom, aqui reside a excepção. Não suporto pato. Eu diria mais. Não é uma questão de não gostar de, é uma absoluta incapacidade de deglutir semelhante anserídeo. Sabe-me mal, sabe-me a pato, a capoeira, é uma ave deselegante e desengonçada, lembra-me alguma gente que eu conheço. Há mesmo patos com umas verrugas horrendas vermelhas (carúnculas) por cima do bico que lhes dão um ar putrefacto em vida o que, convenhamos, é desagradável à vista. Não gosto de pato, ponto final. Arriscaria mesmo em dizer que devo ser o único português que não gosta de pato, a avaliar pela expressão extasiada de gente conhecida e colegas de cada vez que lhes dizem nos restaurantes que «há arroz de pato», hoje por hoje um dos pratos portugueses mais desenxabidos e da mais pobrezinha imaginação e que consiste num vulgar arroz feito com a água de cozer o pato, servido numas travessinhas pirosas de barro, com uns fiapos do marreco e uma rodela de chouriço por cada mastigante.

Mas isto vem a propósito de quê? Eu explico. Vem a propósito da frustração indizível de percebermos que quando julgamos que as filhas absorveram pela osmose única da família as idiossincrasias dos pais e tomamos isso como um facto adquirido, acabamos por verificar que em cerca de um ano esse conhecimento passa à história, só porque começam uma nova família.

A minha filha mais nova convidou-me ontem para jantar. Entrei, deu-me o beijinho e disse: Pai, senta na sala. Tenho ali uns peitos de pato à… (confesso que me passa o nome, era um nome queque e que nem parecia de pato, mas é que a palavra pato embota-me a memória). Olhei para ela, chorei para dentro e pensei que, na verdade, a vida continua. E continua tanto que o passado se torna um mero instrumento de retórica. Tipo contar aos netos que não gostamos de pato e esperar que eles se vinguem nos pais quando daqui por vinte e três anos se esquecerem do que é que eles gostam e não gostam. E lhos digam. E que eu cá esteja para bater palmas.

Sentei-me na sala, pensativo. O Liedson, entretanto, marcou um golo e aqueceu-me um pouco a alma.

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terça-feira, agosto 04, 2009

Liberdade


[3283]

Não sei. Não quero. Não me apetece. Não vou. Sei que não sei, quero não querer, apetece-me não me apetecer coisa nenhuma e vou onde não devo. É a suprema sensação de liberdade, apesar de perceber que há momentos em que melhor seria não dispor da prerrogativa de a usar. Porque é bom saber, querer, apetecer e ir. Só que não se pode ter tudo – a liberdade e, ao mesmo tempo, apetecer-nos não ser livres. É a utopia, a omnipresença do paradoxo, fazendo parte do quotidiano de cada um de nós. E, por vezes, há que escolher. E, escolhendo, vale mais a liberdade. Mesmo que se drene e doa a, certamente efémera, felicidade de saber, querer, apetecer e ir. Resumindo: Nada substitui a liberdade.

Há dias assim.
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domingo, julho 26, 2009

Homesick


[3261]

Toca o telefone. Número da A. do Sul no visor.



- Pai!
- Sim, filho. Viva. Então, tudo bem?
- Tudo bem, dad. Está um frio desgraçado, estamos com temperaturas negativas todos os dias, depois das 5 da tarde…
- Mas está tudo bem, filho? Passa-se alguma coisa?
- Não, nada de especial. Hoje lembrei-me aí da terra porque vi alheiras num supermercado. Comprei duas e tentámos comê-las.
- Tentaram?
- Sim, quis fritá-las, a A. disse que não sabia como é que «aquilo» se fritava. Experimentei eu, mas no fim aquilo ficou tudo desfeito, deitámos tudo fora e fomos buscar um frango ao Nando’s…
- Pois…
- E o que é que almoçaste hoje, dad?
- Eu? Olha, por acaso fui ali à Malveira da Serra, fui ao cozido à portuguesa.
- Pois…
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quarta-feira, julho 08, 2009

Agradecimento


[3234]

Quero agradecer, com muita sinceridade, a todos os que felicitaram este blogue pelo «penta» (para usar a feliz expressão do Jorge Ferreira do Tomar Partido), quer através de comentários, quer através de mails ou posts. Decidi não individualizar os agradecimentos, ao contrário do que gosto de fazer, pela simples razão de que o Technorati, em definitivo, deixou de merecer qualquer confiança, e poderia deixar alguém para trás.

Para todos um grande abraço e obrigado.

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domingo, julho 05, 2009

5 de Julho

[3227]

Todos os dias 5 de Julho me proponho ignorar a data, desde que tenho o blogue. Acabei sempre por fazer um registo do dia, mesmo até porque havia uma gaija do Norte que se encarregava de todos os anos me felicitar. Hoje volta a acontecer. É dia 5 de Julho outra vez e lá dei mais uma volta ao circuito. A corrida, uma corrida de fundo, tem decorrido sem muitas paragens na box, o que diz bem do material. A forma de condução é que nem sempre tem sido melhor. Muita ousadia, demasiada fogosidade, desafio dos limites de segurança e, assim, alguns despistes, derrapagens e mesmo alguma chapa amolgada. Mas o que é uma corrida de fundo sem estas incidências? Alguém se lembra de chegar à meta com o carro direitinho, sem riscos, amolgadelas e com as peças todas em ordem? Provavelmente o carro chega com mais saúde e a corrida demorou mais tempo, mas tenho a certeza que ela terá sido muito mais fastidiosa. E eu abomino o fastio, a modorra e as trajectórias certinhas, milimétricas que nos fazem chegar á meta incólumes mas, eventualmente, sem o prazer supremo da aventura.

Continuemos pois a corrida, na ideia de que chegaremos ao fim com os joelhos esfolados, arranhões, até uma fracturazita ou outra, algumas amolgadelas na chapa, pneus gastos, motor em sobreaquecimento, pressão de óleo mais baixa, folgas de válvulas e cambota puída, mas com o gozo supremo de termos negociado cada curva, obstáculo, fugidas de traseira ou de frente, falhas de travões ou falta de aderência do piso no uso pleno das nossas faculdades e dando um sentido de mais verdade ao circuito.


Nota: Lista de prendas já esgotada. Disponível, só esta, que poderei dispôr-me a aceitar, sujeito a pré-acordo sobre cores e local de entrega.
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sexta-feira, junho 26, 2009

Post dedicado


[3204]

... a um grupo de senhores a quem dou o privilégio de almoçarem comigo quase todos os dias em Lisboa e que se espremem de gozo pela hipotética ideia de eu não fazer a ponta de um c... isso, e de levar uma vida regalada. Para que conste e cale fundo no âmago desses senhores, «know all men» que desde que cheguei a Luanda, seja Domingo passado até hoje, jamais tive um tempinho livre. Foi trabalhar non stop e mal tive tempo para comer umas lagostas e regalar a vista com o cenário (natural e aperaltado) ambiental. Fiz uma milhagem impensável para as vossas curtas imaginações e contribuí decididamente para o salário de cada qual e para o prestígio de todos nós.

Hoje, e agora mais a sério porque não quero que percam a fome, foi a primeira vez que tive umas três horitas livres, que aproveitei para vir «aqui» matar saudades da Blogo, ler as notícias e ver se aí em Portugal a comunicação social continua a incensar o Grande Líder e a falar mal da Manuela. Aproveito depois para fazer o «kilo» das lagostas do almoço que, para que saibam e tenham pena de mim, hoje eram um bocadinho grandes demais, o que lhes altera um niquinho a sapidez e ocupa muito espaço no prato. Paciência. Logo à noite serão melhores.

E assim sendo, deixa-me ir. Já desabafei e vou aproveitar este tempinho para horizontalizar o cansaço dos últimos dias. E, já agora, para «desmoer» as lagostas.

Bom trabalho para aí. Que por aqui o trabalho continua e só vai acabar no Domingo quando ouvir aquela vozinha estereotipada (quase que me saía gay, mas contive-me) a mandar-me pôr o seat na upright position e fasten o meu seat belt.

À tout à l'heure.
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sexta-feira, maio 29, 2009

Volto já


[3163]


Vou ali e já venho.


Um bom fim-de-semana para todos e cuidado com as roubalheiras para não irritarem o Vital.

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quarta-feira, maio 27, 2009

Força miúda


Foto tirada há pouco em Roland Garros, na partida de Michelle com Zheng Jie

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Michelle, uma menina de ouro, descendente directa de um colega meu, o “colega Diogo”, uma veneranda figura de ancião que todos os colegas da minha geração respeitavam e que deixou raízes por Angola, por Moçambique e pela África do Sul, com quem eu continuei a privar ao longo das minhas andanças pelo mundo.

A Michelle é um portento e acabou de eliminar a chinesa Zheng Jie, 15ª da hierarquia mundial, pelos parciais de 6-4 e 6-3 em Roland Garros, há cerca de uma hora atrás.

Força miúda.

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sexta-feira, maio 01, 2009

Faz um ano


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Esta é também uma efeméride triste. Faz um ano que os meus filhos Pedro e Marta sofreram a perda irreparável da sua Mãe.

Aqui fica o registo e um grande beijo para eles.

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segunda-feira, março 16, 2009

16 de Março


[3022]

Aqui fica uma flor da tua terra, a rosa de porcelana, uma das mais bonitas flores angolanas. E digo angolana porque, embora não seja única, é lá que ela abunda e adquire o viço tropical.

Serve para celebrar o dia e deixar-te aqui um beijo de parabéns muito grande.

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sexta-feira, novembro 28, 2008

Proteas


[2796]

Ainda há dias fazias 19! Ainda cá estavas em casa. Tu, as gatas e a Cristina. Hoje, nem tu, nem as gatas e a Cristina deve ter sido comida por um… (hummm! Que bichos é que comem as osgas?), mas isso não obsta a que tenhas feito ontem 23 anos.

Há vinte e três anos, como te disse já por sms, fiquei mais rico e fui imensamente feliz. Tal como continuarei a ser, sabendo que estás feliz também. Porque uma mulher como tu só pode ser feliz. Não há outra saída.

Fica aqui a Protea da praxe. Flor da tua terra. Quase tão bonita como tu.

Parabéns minha filha!

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segunda-feira, julho 14, 2008

Mimo do Índico


[2597]

O Digital no Índico mandou um mimo lá do paralelo 27, em forma de fotografia e tudo. Foi um gesto muito cortês, muito simpático.

O Digital no Índico é uma montra diária, com fotografias actuais, de uma cidade que nunca esquecerei. O que não significa que não reveja todas as fotos com muita saudade. Mesmo, ou sobretudo, aquelas que para quem não conheça a cidade possam parecer menos interessantes.

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sábado, julho 05, 2008

5 de julho


[2584]


Entretanto vamos sentindo e percebendo que os sonhos de juventude se tornam num nostálgico contraste com as fantasias do presente.

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sexta-feira, junho 06, 2008

A debandada


[2527]

Meio incrédulo, assisti à retirada das últimas representantes do cheiro de família cá de casa. Duas gatas, cuja presença lânguida, preguiçosa, absolutamente inútil, dispendiosa e danosa (que o diga um sofá com que elas terão simpatizado) me ia consumindo a paciência, desde que há seis anos atrás a minha “mirim” me pediu uma gata e lhe dei duas, abandonaram, finalmente, a home land para assumirem novo domínio territorial em casa da minha filha, sua legítima dona.

Cumpriu-se, assim, a retirada dos despojos finais de uma família unida, cuja expressão última se consubstanciava exactamente naqueles dois felinos exemplares. A Gray, cinzenta por cima e branca por baixo, uma autêntica dama, pela sua forma aveludada de caminhar, elegância a comer e porte majestoso a dormir e a Twilight, amarela, branca e preta, tipo de pelagem a que vulgarmente se chama de “tartaruga” a única gata que conheci verdadeiramente bipolar. Tanto dava marradinhas nas pernas, como se atirava furiosamente a insectos invisíveis que aparentemente lhe assolavam o território, como comia desabridamente e fazia arranques meteóricos da inércia em repouso para a velocidade estonteante de um cometa sem cauda, logo desgovernado e chocando com o que fosse que estivesse á frente.

E dizia no princípio do post que estava meio incrédulo, porque do alívio que saboreei antecipadamente pensando no dia em que a minha casa se tornaria “cat-free” passei á depressão profunda e quase suicidária só possível em quem não fazia ideia nenhuma da importância de se ter gatos. Animais raros, extraordinários, poderão ser a mais perfeita máquina do reino animal, seja pelas suas espantosas características físicas, seja pela sua extraordinária demonstração de carácter e dignidade. Ao pé da nobreza e dignidade do comportamento de um felino, um cachorro aos saltos e a abanar a cauda pela chegada do dono é uma visão risível e idiota.

Foram os filhos, foram as gatas, resta a Cristina que teima em aparecer ciclicamente na parede da sala. São os tais ciclos de vida ou, como todos sabemos, a vida é feita de mudança e se há coisas que se não deve mudar é exactamente a mudança, sob pena de se mudar o que não deve ser mudado. E mais não digo se não o presidente Moita Flores vem para a televisão dizer outra vez que a blogosfera só serve para acomodar solidões mal resolvidas ou promover negócios escuros, branqueamento de capitais, agitar o pedófilo que todos temos, recalcado, dentro de nós ou outra coisa qualquer que Moita Flores tenha aprendido por essa Blogosfera fora (ou mesmo, dentro, vá-se lá saber...).

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quinta-feira, maio 29, 2008

89


[2517]

Faz hoje três anos que escrevi este post. A moto ainda existe mas a motoqueira está um pouco mais recatada. Mais caseira e menos palavrosa, assumiu alguma reserva inesperada nos gestos motores e mentais. Anda mais devagar, perdeu a pressa que sempre a caracterizou e escalonou o universo das suas prioridades, mas mantendo uma invejável lucidez e uma surpreendente calma.

Hoje, sem mota, vai rever filhos, netos e bisnetos. O seu mundo afinal. De caminho acrescentará mais um ao respeitável número de aniversários que já festejou ao longo da vida. Do meio mais cosmopolita ao cenário das selvas mais primitivas de outras latitudes, apesar de tudo sempre com a felicidade de ter os seus por perto. Por isso, ou principalmente por isso, foi sempre uma mulher feliz.
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sábado, maio 24, 2008

Dias tristes


[2511]

O passamento de uma boa amiga foi o acontecimento marcante de hoje. Experimentei um certo sentimento de morbidez pelo facto de a cerimónia fúnebre ter tido lugar na igreja em que eu próprio fui baptizado. Mas foi por breves momentos. Ao olhá-la, em despedida, desfilaram-me na memória alguns dos episódios marcantes do nosso convivo de quase trinta anos, desde fins de semana no mar até à primeira festa a que ela assistiu em Maputo, na Embaixada da Inglaterra, quando um “bife” de olhar guloso e já sem condições de soprar no balão me disse: “obrigado por teres convidado a tua amiga. Esta mulher é uma figura”. Olhei para ela e tive mentalmente de concordar, ao vê-la alta, muito loura, com um vestido estampado e muito bonita.

Hoje abracei com força o marido e os dois filhos, devastados, e incorporei-me no cortejo a pensar que devia ser proibido morrer aos 47 anos.

Repousa em paz minha boa amiga.

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quinta-feira, maio 08, 2008

Às vezes acontece


[2492]

Amsterdam - Vi casualmente esta foto e fez-me saudades.
Um bom dia de trabalho a todos.

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segunda-feira, maio 05, 2008

Agradecimento

[2481]

Quero deixar aqui um registo de reconhecimento pelos inúmeros “e-mail” e telefonemas recebidos a propósito do post anterior, bem assim como dos comentários nele apostos.

A todos um grande abraço.

NR
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quinta-feira, maio 01, 2008

Luto


[2480]

Se Deus existe, Ele lá saberá dos porquês e dos tempos, sempre que decide chamar alguém à Sua companhia no mistério do Infinito.

Este blog ficará inactivo por uns dias, no respeito pela dor profunda dos meus filhos Pedro e Marta pela perda brutal que hoje sofreram.

NR
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