Machos «sementeiros»

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Há aquilo que normalmente se designa por baterias de jaulas para poedeiras. As galinhas são metidas num espaço exíguo onde praticamente não se podem mexer para que não gastem energias e ali ficam, cumprindo a sua nobre missão de postura, fornecendo ovos para alimento da grei.
Ora, em face disto, o que eu sugiro é que se construam jaulas para machos humanos heterossexuais, com um espaço apropriado para o aumento de volume dos respectivos pénis sempre que artificialmente erectos, antes de serem masturbados para recolha de sémen. Independentemente dos postos de trabalho que isto provocaria (já agora, e assim como assim, mulheres) isto teria a vantagem de proporcionar às crianças pais mais tranquilos e seguros, afectuosos e confiantes, através de casais homossexuais, em vez de pais neuróticos, ansiosos e inseguros como os pobres heterossexuais que tiveram a animalesca ideia de gerar um filho através de uma pouco científica e promíscua cópula.
É isto que um jornalista abalizado (balizado???) da nossa praça refere, Céu Neves de seu nome, baseado em conclusões surpreendentes de uma tese em psicologia sobre homoparentalidade, que desfaz estereótipos como o de que uma criança criada por homossexuais tem maiores probabilidades de ser gay ou lésbica. Há ainda uma psicóloga, Vanessa Ramalho, que afirma que a "identidade sexual da criança é formada muito precocemente, muito antes do bebé conseguir distinguir um homem de uma mulher. O que conhece são os cuidadores e faz uma síntese das características que gosta e que não gosta neles".
Segundo a tese daquela psicóloga, "Homoparentalidade: estudo da adequação homoparental", os homossexuais revelam ser bons cuidadores. "Verificam-se características idiossincráticas e comportamentos educativos adequados, promotores de boa parentalidade, que assim assumem índices desenvolvimentais e relacionais, indutores de adaptação emocional e maturidade psicológica." E vai ao ponto de afirmar que pais homossexuais até podem trazer vantagens para a educação de uma criança, até porque um filho resulta, em geral, de muita ponderação e tempo de espera.
Há ainda e até, uma Ana que é lésbica e foi mãe de gémeos através de uma inseminação artificial no estrangeiro. E acredita que a homossexualidade pode ser uma vantagem. Considera que "um pai/ mãe homossexual que seja assumido é, à partida, um indivíduo mais flexível, de mentalidade mais aberta ao mundo e ao que possa fugir do padrão instituído pela sociedade".
Ana recorda a "felicidade imensa" que foi para os seus pais o nascimento dos seus filhos, numa altura em que "já tinham perdido a esperança de ter netos", aceitando "naturalmente" a namorada e a relação que ela tem com os gémeos. E conclui: "Parecem-me crianças felizes e despreocupadas e, apesar da pouca idade, já perceberam que a mamã não tem um marido e que não têm um pai nos moldes da maioria dos amiguinhos, mas sinto que vivem isso de uma forma natural, porque eu e a minha família isso lhes transmitimos."
E não falta um Manuel com uma história de paternidade para contar. O filho, de 12 anos, resultou de um casamento heterossexual. A criança viveu com ambos os pais até aos sete anos, altura em que o pai se assumiu como gay. Ficou a viver com a mãe, mudando-se no último ano para a companhia do Manuel e do companheiro por "uma questão de logística". Imagine-se a sorte do filho do Manuel que, mesmo assim, teve de esperar sete anos para ser feliz, quando o pai assumiu a homossexualidade.
Voltando às jaulas (ou gaiolas, para quem não saiba gaiola é o calão para punheta em Trás os Montes. As coisas que eu sei…). Eu penso que é premente avançar com a ideia. No fundo, os heterossexuais só atrapalham, para além de encher a sociedade de preconceitos que até, no limite, podem muito bem provocar disfunção eréctil nos homossexuais. Além de que não se pode acabar com a matéria-prima para o fabrico de bebés. Selecciona-se as castas e estirpes, cataloga-se a morfologia e caracteres genéticos e mete-se os machos nas gaiolas (não esquecer a geometria variável das mesmas, para a erecção induzida, antes de cada colheita) e vamos procriando alegremente. Numa sociedade justa, descomprometida, moderna e, sobretudo, sem a chatice da queca, uma coisa que só atrapalha e, naturalmente, um mau exemplo para as criancinhas.
Há aquilo que normalmente se designa por baterias de jaulas para poedeiras. As galinhas são metidas num espaço exíguo onde praticamente não se podem mexer para que não gastem energias e ali ficam, cumprindo a sua nobre missão de postura, fornecendo ovos para alimento da grei.
Ora, em face disto, o que eu sugiro é que se construam jaulas para machos humanos heterossexuais, com um espaço apropriado para o aumento de volume dos respectivos pénis sempre que artificialmente erectos, antes de serem masturbados para recolha de sémen. Independentemente dos postos de trabalho que isto provocaria (já agora, e assim como assim, mulheres) isto teria a vantagem de proporcionar às crianças pais mais tranquilos e seguros, afectuosos e confiantes, através de casais homossexuais, em vez de pais neuróticos, ansiosos e inseguros como os pobres heterossexuais que tiveram a animalesca ideia de gerar um filho através de uma pouco científica e promíscua cópula.
É isto que um jornalista abalizado (balizado???) da nossa praça refere, Céu Neves de seu nome, baseado em conclusões surpreendentes de uma tese em psicologia sobre homoparentalidade, que desfaz estereótipos como o de que uma criança criada por homossexuais tem maiores probabilidades de ser gay ou lésbica. Há ainda uma psicóloga, Vanessa Ramalho, que afirma que a "identidade sexual da criança é formada muito precocemente, muito antes do bebé conseguir distinguir um homem de uma mulher. O que conhece são os cuidadores e faz uma síntese das características que gosta e que não gosta neles".
Segundo a tese daquela psicóloga, "Homoparentalidade: estudo da adequação homoparental", os homossexuais revelam ser bons cuidadores. "Verificam-se características idiossincráticas e comportamentos educativos adequados, promotores de boa parentalidade, que assim assumem índices desenvolvimentais e relacionais, indutores de adaptação emocional e maturidade psicológica." E vai ao ponto de afirmar que pais homossexuais até podem trazer vantagens para a educação de uma criança, até porque um filho resulta, em geral, de muita ponderação e tempo de espera.
Há ainda e até, uma Ana que é lésbica e foi mãe de gémeos através de uma inseminação artificial no estrangeiro. E acredita que a homossexualidade pode ser uma vantagem. Considera que "um pai/ mãe homossexual que seja assumido é, à partida, um indivíduo mais flexível, de mentalidade mais aberta ao mundo e ao que possa fugir do padrão instituído pela sociedade".
Ana recorda a "felicidade imensa" que foi para os seus pais o nascimento dos seus filhos, numa altura em que "já tinham perdido a esperança de ter netos", aceitando "naturalmente" a namorada e a relação que ela tem com os gémeos. E conclui: "Parecem-me crianças felizes e despreocupadas e, apesar da pouca idade, já perceberam que a mamã não tem um marido e que não têm um pai nos moldes da maioria dos amiguinhos, mas sinto que vivem isso de uma forma natural, porque eu e a minha família isso lhes transmitimos."
E não falta um Manuel com uma história de paternidade para contar. O filho, de 12 anos, resultou de um casamento heterossexual. A criança viveu com ambos os pais até aos sete anos, altura em que o pai se assumiu como gay. Ficou a viver com a mãe, mudando-se no último ano para a companhia do Manuel e do companheiro por "uma questão de logística". Imagine-se a sorte do filho do Manuel que, mesmo assim, teve de esperar sete anos para ser feliz, quando o pai assumiu a homossexualidade.
Voltando às jaulas (ou gaiolas, para quem não saiba gaiola é o calão para punheta em Trás os Montes. As coisas que eu sei…). Eu penso que é premente avançar com a ideia. No fundo, os heterossexuais só atrapalham, para além de encher a sociedade de preconceitos que até, no limite, podem muito bem provocar disfunção eréctil nos homossexuais. Além de que não se pode acabar com a matéria-prima para o fabrico de bebés. Selecciona-se as castas e estirpes, cataloga-se a morfologia e caracteres genéticos e mete-se os machos nas gaiolas (não esquecer a geometria variável das mesmas, para a erecção induzida, antes de cada colheita) e vamos procriando alegremente. Numa sociedade justa, descomprometida, moderna e, sobretudo, sem a chatice da queca, uma coisa que só atrapalha e, naturalmente, um mau exemplo para as criancinhas.
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Etiquetas: Ai Portugal, crianças mártires, homossexualidade, media


