sábado, janeiro 04, 2014

Os manos que sabem mas não querem dizer...



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Só ela e o mano. Nunca entendi o protagonismo dado aos dois. Um, tratando o Sporting com o porte altaneiro dos políticos iluminados. Outra, tratando a Nação como um vulgar adepto da Juve Leo, dos No Name Boys ou dos Superdragões. Cada um deles sabendo exactamente como resolver os problemas dos respectivos pelouros. Só que não o dizem... 

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domingo, setembro 22, 2013

Meteorologia


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Miguel Sousa Tavares meteu-se a discutir meteorologia. A facilidade com que ele identifica os elementos estruturais da tempestade perfeita portuguesa só é ultrapassada pela destreza com que ele tuteia o Goldman Sachs, Merkel ou… nove em cada dez Prémios Nobel de Economia que ele teve a ventura de consultar. Ah! E aquilo de se achar que a culpa é toda de Sócrates começa a ser uma boa desculpa, acha o MST.

Que pena não se ter pedido a MST para prever a meteorologia, em vez de vir agora comentá-la. Ou ter-lhe oferecido uma marmota e ter parado o tempo nessa altura.

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terça-feira, fevereiro 12, 2013

À Coruña. Já.

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O meu clube parece ter-se tornado um alvo apetecido para um grupo de criaturas tipo cidadãos como deve ser e que acham que o mundo, as pessoas, o clima e o futebol lhe devem alguma coisa. É uma prática conhecida e muito em uso nesta repartição, mormente ali para os lados do Rato.

As criaturas da foto parecem ser um bom exemplo do que digo. Ainda ontem, por exemplo, fui ligando, a espaços, a televisão para o «Prolongamento» da TVI 24 e de cada vez que o fiz ouvi, sempre, Eduardo Barroso dizer que havia um pacto de silêncio firmado na Assembleia Geral até às eleições e, por isso, não falava. Ele não falava, mas ia lançando vitupérios contra todos os que ousaram enfrentá-lo. Fremente, raivoso e hipócrita fartou-se de falar, colocando entre vírgulas, que havia um pacto de silêncio que o impedia de falar. É uma prática conhecida. desprezível mas, infelizmente, muito em uso.

Eu não percebo um «bite» das razões que conduziram o Spoting à desgraça em que se encontra. E julgo, até, que o presidente demissionário não me parece de especial competência. Mas não consigo dissociar a tragédia do clube a uma espécie de assalto dos socialistas que, julgo, começou já com Dias da Cunha. Teimosos, pesporrentes, vaidosos, arrogantes, geralmente incompetentes e seguros de que a natureza os gratificou com uma aptidão especial para dizer às pesoas o que devem fazer e como devem ser. Não é extraordinária a semelhança com outros filmes a correr?

Nota: Domingos Paciência acabou de ser despedido do Desportivo da Coruña, ao fim de pouco mais de um mês. Barroso e Sampaio deviam lá ir fazer um chinfrim qualquer e iluminar os dirigentes do clube. Não se admite...
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terça-feira, janeiro 29, 2013

Forgive me Lord, for I have sinned

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Ela agora aparece menos. Mas quando Manuela Ferreira Leite tinha mais visibilidade na televisão, dei comigo várias vezes pensando como devia ser complicado uma vida comum com aquela mulher. Mal disposta, respondona, catadura em rigoroso acordo com a de alguém a quem devemos dinheiro, discurso tartamudeante e de sintaxe ininteligível, teimosa e aquele olhar de falcão peregrino tipo quando chegarmos a casa levas a mais. No mínimo, no máximo, quando chegarmos a casa arranco-te um olho.

Dias Ferreira é irmão de Manuela. Vejo-o penosamente e com evidentes e preocupantes sinais de masoquismo, penitência forgive me Lord for I have sinned, naquele programa «Dia seguinte» da SIC Notícias. Curiosamente, tem todas as virtudes que elenquei no período anterior (esta do elencar está em uso corrente, também...), provavelmente com maior grau de ininteligibilidade ainda que a irmã, se é que isso é possível. Dias Ferreira não consegue dizer duas frases consecutivas com a obrigatória concordância de verbos, substantivos, adjectivos e deixa quase todas as frases inacabadas. Acresce que é de uma agressividade virulenta, parece querer bater em toda a gente e repete-se mil vezes que já tem idade para dizer o que quer. O que me leva a concluir que durante grande parte da vida dele, o seu discurso foi castrado, vá lá saber-se porquê. Ontem, então, quase batia no apresentador do programa e foi de uma grosseria arrepiante para o homem do Benfica. Curiosamente, é um cestinho de salamaleques, sempre que se dirige a Guilherme Aguiar ou se refere ao F.C. Porto.

Voltando a Manuela Ferreira Leite. Há, assim,  razões fortes para eu pensar que uma vida em comum com ela deveria ser muito complicado. A essas junto a inevitabilidade de passar a ter Dias Ferreira como cunhado. O que, para além do risco aparente de permanente gritaria ou, no extremo, apanhar uma tareia, um dia destes sentir-me tentado a mudar de clube. Para o simpático Belenenses, por exemplo. O que seria, pelo menos e tanto quanto eu saiba, caso único. Mas convenhamos que assistir semanalmemte ao discurso de Dias Ferreira (isto para não falar de Eduardo Barroso que mereceria um post em separado...) pode conduzir a isso mesmo.
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sábado, janeiro 05, 2013

As diferenças



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Um jogador do Sporting (Insua) cuspiu fragorosamente na cara de um adversário. As televisões viram, a federação agiu, castigando-o.

Mais tarde, na conferência de imprensa de Vercauteren, treinador do Sporting, um jornalista perguntou o que é que ele (Vercauteren) pensava do castigo aplicado ao Insua (Os jornalistas desportivos têm normalmente perguntas idiotas para colocar, com a agravante de estarem convencidos que estão a descobrir a cana para o foguete…).

Vercauteren, um homem normalzinho da cabeça, parece ter até ficado admirado com a pergunta e respondeu o óbvio. Que toda a gente tinha visto o que se passara e que, naturalmente, as autoridades se limitaram a actuar, castigando o jogador. Os jornalistas e comentadores televisivos em geral ficaram muito admirados com a atitude bonita de Vercauteren. Aquilo que era ou deveria ser o reconhecimento normal de um erro de um dos seus jogadores tornou-se num foco de loas e cantatas ao treinador belga, ele próprio provavelmente muito surpreendido com o que se estava a passar.

É evidente que ser português e viver em Portugal tem as suas vantagens para perceber esta patetice. Porque o normal seria ouvir um José Guilherme Aguiar ou um Manuel Serrão, num daqueles pedagógicos programas de tagarelice desportiva da SIC-N e da TVI24 exprobar a Federação e perguntar: Então e quando o Luisão deu uma cotovelada a não sei quem? E quando o Xavi Garcia deu uma joelhada a não sei quem? E quando o Garaygdeu uma pontapé na cara de não sei quem? (Resta dizer que o não sei quem joga no Porto, naturalmente). Daí a chegar ao Calabote de há cinquenta anos atrás seria um passo e às tantas o que se exigiria era que a Federação pedisse desculpa ao FêQuêPê por o Insua ter cuspido na cara de não sei quem (sendo que o não sei quem aqui é do Rio Ave).

Toda uma diferença de comportamento, toda uma diferença de saber estar na vida. A tragédia é que esta forma de estar não é exclusiva do futebol. Basta ir à Assembleia da República, observar o que se passa na justiça e sentir o que vai pela comunicação social em geral, para perceber que por lá tudo se passa exactamente da mesma maneira

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terça-feira, junho 19, 2012

Sempre achei que faltava qualquer coisa na Federação Portuguesa de Futebol



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Na Selecção nacional acontece que a falta de protecção aos seleccionadores acaba por virar o país contra o homem e o homem contra o país. Carlos Queirós, num dos 2 milhões de programas televisivos correntes sobre a selecção nacional.

Na filosofia basista deste professor ressalta a ideia que eu sempre tive. Na federação houve sempre um problema – a falta de um preservativo.
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segunda-feira, novembro 17, 2008

Sporting 0 Leixões 1


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Deixende-os falar que eles calarão-se-ão.

Recebida (a foto) por mail

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