sábado, julho 25, 2015

E é isto...


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Este tipo de habilidades toscas da Comunicação social , (via O Insurgente) ao organizarem verdadeiros comícios sob a capa de entrevistas ou de programas de perguntas ao primeiro-ministro ou outros governantes, acaba por ser contraproducente, mas revelam bem o cariz e o carácter desta rapaziada que pulula pelas televisões, maquilhada de gente expressiva, culta e que teve a sorte de cair no goto dos portugueses. José Alberto Carvalho é um exemplo acabado desta tribo e vai levando a água ao seu moinho, mesmo dando de barato que nem ele sabe bem onde o seu moinho se encontra e se limita a seguir os rumos traçados pela sua vaidade pessoal e pelas vantagens advindas da sua exposição mediática. Mesmo que com medidas tipo «chico-esperto» como estas. No fundo estes programas não divergem muito dos fóruns populares da TSF, SIC e TVI onde se agremia um punhado de gente fácil de manipular e que dão largas à sua «fúria» e truculência.

No caso destes dois passarões que José Alberto Carvalho seleccionou, teria sido fácil desmontar o pacote de idiotia com que se apresentaram, não fosse Passos Coelho um indivíduo bem-educado e, sobretudo, manietado pelas exigências dos seu cargo que não lhe permitiriam uma resposta adequada à imbecilidade das perguntas.

Mas é descoroçoante verificar como continuamos a ser manipulados por este tipo de gente, sob a capa da democracia e da liberdade. Coisas que os Zé Albertos Carvalhos e correlativos não sabem definir exactamente como tal e em relação ao que não olham a meios para nutrir e dar seguimento à perversidade dos seus objectivos.

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segunda-feira, fevereiro 22, 2010

As duas metades




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Metade do país acorda de manhã pensando como é que há-de lançar mais campanhas negras sobre Sócrates. A outra metade esfrega os olhos, ainda estremunhada, e trata de gizar o plano do dia para lixar o Futebol Clube de Porto. Cada uma das metades é apontada a dedo pelos chefes, mentores e responsáveis, os injustiçados, os calimeros da estação, com a expressão do Joãozinho que levou umas reguadas da professora por causa da plasticina que o Zequinha roubou.

Nem Sócrates tem o pudor de olhar para dentro e perceber que estava na altura de parar de prejudicar gravemente o país, mantendo esta crispação em desfavor dos interesses superiores dos portugueses, trabalhando para o retirar da situação crítica em que se encontra, nem o Fóculporto (*) se liberta de uma vez por todas desta mentalidadezinha que o leva a estabelecer o primado da prevaricação e do conluio, como ainda agora se verificou com a emulação de alguns dos seus jogadores, castigados por terem andado a distribuir uns murros e umas caneladas no túnel do estádio da Luz.

Poucas vezes terá havido uma fotografia tão nítida deste portugalzinho pires, pífio, manhoso e chico-esperto em forma tentada.

(*) Expressão com a devida vénia ao FNV
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sexta-feira, junho 26, 2009

A superioridade lusitana

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Para os mais distraídos que não tenham reparado nos dois posts anteriores, aqui fica o registo de que consegui um tempo livre hoje. Arredado das notícias dos últimos dias (absoluta falta de tempo e quedas pesadas e desamparadas na cama para dormir, às vezes, pouco mais de quatro horas) tentei fazer um aggiornamento dos acontecimentos. Registei a morte da estranha criatura que foi Michael Jackson e a cena hilariante de ouvir que Sócrates favorecia, em regime de esperteza saloia, a participação da PT na TVI e, pouco depois aqui na Blogo, que Sócrates vetava essa operação.

Chegou de notícias. Eu até ia fazer uma crítica qualquer a um dirigente aqui de Angola, mas ponderei e achei que os angolanos tiveram bons mestres. E que em matéria de chico-espertice e sem-vergonhice nós continuamos a ser incomparavelmente superiores.
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quinta-feira, janeiro 03, 2008

Não fosse ele fumador...



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Mais ou menos em linha com o post anterior, vemos o Director da Asae exercer em pleno o chicoespertismo nacional. Li e reli a lei de proibição do fumo em locais fechados e não vislumbro onde é que os casinos possam ou devam ser excluídos. Acresce que o nosso fiscal puxou de uma cigarrilha no restaurante, não no salão de jogos.

Como é que a partir daí há lugar para se gerar notícias, dúvidas, declarações e possíveis revisões da lei é um mistério só possível no nosso meridiano. Fosse o director da Asae um não fumador (ou, simplesmente, um cumpridor da lei) e ninguém andava agora a discutir se a lei é aplicável ou não aos casinos.
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sábado, junho 02, 2007

A melhor pergunta da semana


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Qual é exactamente a diferença entre o Valentim Loureiro que oferece frigoríficos pagos com o seu dinheiro aos eleitores e o Sócrates que oferece computadores pagos com o dinheiros dos contribuintes nos dois últimos anos de mandato?

João Miranda, no Blasfémias


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