Diferenças
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Que bom ser Pacheco Pereira!... Chega à SIC – Notícias e diz, preto no branco e verbatim, que Ségoléne Royal se fartou de dizer asneiras no seu discurso eleitoral, enfeitando-o com aquelas tiradas sobre o grande capital, as multinacionais e blá blá blá, aquela retórica habitual em que o vazio e a obsolescência reinam. Ninguém lhe vai à mão e ninguém lhe telefona ou manda e-mails reverberando o estilo e a substância do que diz. Outros pobres, como eu, não têm a mesma sorte. É só tocar na virtude da senhora e é o suficiente para sermos olhados com desdém, com aquela expressão de quem acha que não fazemos ideia nenhuma do que estamos a dizer.
Que bom ser Pacheco Pereira!... Chega à SIC – Notícias e diz, preto no branco e verbatim, que Ségoléne Royal se fartou de dizer asneiras no seu discurso eleitoral, enfeitando-o com aquelas tiradas sobre o grande capital, as multinacionais e blá blá blá, aquela retórica habitual em que o vazio e a obsolescência reinam. Ninguém lhe vai à mão e ninguém lhe telefona ou manda e-mails reverberando o estilo e a substância do que diz. Outros pobres, como eu, não têm a mesma sorte. É só tocar na virtude da senhora e é o suficiente para sermos olhados com desdém, com aquela expressão de quem acha que não fazemos ideia nenhuma do que estamos a dizer.
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Etiquetas: Pacheco Pereira, política, Ségolène Royal






