domingo, abril 15, 2007

Pré-esforçados do Século XXI


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Versão actualizada e revista de "A Canção de Lisboa".

Recebida por e-mail

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Começa a ser uma questão de higiene



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Ou, como diz
André Azevedo Alves, o assunto está resolvido.

Ler a justificação de Sócrates ao documento de 1996 com indicativos telefónicos e códigos postais de sete dígitos que apenas entraram em vigor em 1999,
aqui. Aliás esta peça do Portugal Diário é um hino. Vale a pena lê-la na totalidade.
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sábado, abril 14, 2007

Ó sr Guarda venha cá... venha ver o que isto é...


Clicar na foto para ver bem o "21"

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Para perceber tudo, o melhor mesmo é ir ao
Braganzzamothers e ler tudo. Basicamente, trata-se de um documento da UnI emitido em 1996 em papel timbrado com números telefónicos com prefixo 21, quando o prefixo de Lisboa era ainda 01. Só em 1999 foi aprovada a nova numeração, como se põe confirmar aqui.


Salvo algum pormenor que me esteja a passar (a mim e a mais um punhado de boateiros da blogoesfera…) a isto chama-se falsificação de documentos. Ou chamava-se. Agora, não sei. Parece que é uma espécie de erros de secretaria…
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quinta-feira, abril 12, 2007

Afinal havia outro...



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José Sócrates possui dois certificados de licenciatura na Universidade Independente (UnI). Um, publicado nos jornais, diz que o primeiro-ministro acabou a licenciatura a 8 de Setembro de 1996. Esta é a data que Sócrates referiu na entrevista à RTP. O outro, que consta no ficheiro pessoal de Sócrates na Câmara Municipal da Covilhã (CMC), foi emitido em 26 de Agosto de 1996 e atesta que o chefe do Executivo acabou a licenciatura em 8 de Agosto do mesmo ano...


Segundo notícia da TVI que pode ser lida, na totalidade, aqui.
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Dúvidas?




Ainda me espanto quando oiço dizer que José Sócrates passou incólume na entrevista e que deu explicações cabais a todas as questões que lhe foram colocadas. Mesmo àquele "bach" metido a martelo no currículo revisto.


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Política baixinha



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Sobre as putativas trafulhices de José Sócrates relativamente a diplomas, títulos, cadeiras feitas e por fazer, notas, cartas datadas e outras por datar, proximidade geográfica de universidades e uns quantos documentos exibidos para a câmara (check, João Miranda), registo o rosnar dos mastins (quem se mete com o PS leva...ou o "guterríssimo", partimos as fuças à direita) da "entourage" dos nossos eleitos e o abanar de cauda da respectiva vassalagem - como, por exemplo, a tirada de José Junqueiro quando se refere à enorme pequenez de Marques Mendes, não fôssemos nós esquecermo-nos que Marques Mendes deve medir um metro e cinquenta calçado o que, como se sabe, é uma vergonha quando comparados com os esplêndidos cento e oitenta centímetros do nosso engenheiro.

Apenas mais um registo sobre a prestação de Sócrates. Tenho de actualizar o meu conceito sobre as virtualidades do Partido Socialista. Quando eu pensava que a sua principal qualidade era a pirueta, verifico que o Partido é excelente na pirueta com saída perfeita. Bastou seguir a entrevista de ontem do nosso primeiro.

NOTA: É tempo de os acólitos de Sócrates se calarem com a habilidadezinha de misturar coisas. Pois o que está em causa não é o facto de Sócrates ser engenheiro ou equilibrista de circo. O que está em causa, sim, é o caldo de favores, de engenharia de cunha, de promiscuidade de interesses, de desrespeito (neste caso por todos os que, não se precisando deles para nada, têm de queimar as pestanas, dinheiro e saúde para obterem uma licenciatura) e gene de trampolinice pura que se cheira à distância com toda a história da forma como a sua licenciatura foi obtida.

Por menos que isto, Sampaio despediu Santana. Não que isso abone a favor de Santana. Mas certamente desabona esta “família” de right stuff que nos governa. Ciclicamente. E onde Sampaio continua a ter lugar de proa.

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