segunda-feira, abril 04, 2011

As palhaçadas de Pinto da Costa


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Mas afinal o que é o presidente portista tem contra os palhaços? Volta e meia atira-se a eles. Querem ver que algum deles, algum dia, se recusou a ser apresentado ao Santo Padre?

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sexta-feira, janeiro 22, 2010

O insustentável peso de ser


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Esta coisa das escutas obtidas à sorrelfa e expostas na net, sejam de Pinto de Costa a manipular o futebol da paróquia ou de uma aluna a agredir uma professora por causa de um telemóvel, meteu-me sempre uma grande confusão. Pois se o acto é ilícito e remete para um campo viscoso de ausência de ética, havendo mesmo quem afirme alto e bom sono que jamais as ouvirá, em nome da decência e da reserva de privacidade de cada um, a verdade é que elas existem e são sempre lidas ou ouvidas por uns quantos milhares de pessoas.

Dito isto, eu compreendo que:

- A quebra do segredo de justiça e a subtracção de meios que permitem a divulgação de escutas é um acto que configura crime e como tal deve ser tratado. Deverá ser investigado e deverá ser garantido um tratamento adequado para que as instituições da justiça não pareçam uma casa de alterne onde, a troco de favores, tudo se consegue;

- Que os visados usem o seu pleno e legítimo direito de apresentar queixa e, naturalmente, serem ressarcidos pelos prejuízos morais e materiais advindos de toda esta balbúrdia que caldeia as instituições de Estado, muito por culpa dos seus próprios agentes.

Já não compreendo nem aceito que:

Os visados, na circunstância actual o Sr. Jorge Nuno Pinto da Costa, actor principal da peça de coscuvilhice em curso, realize comícios inflamados afirmando que as escutas são uma invenção de Lisboa, que o quer derrubar, afagado por estrepitosos aplausos dos grupos mastigantes habituais que lhe vão prestar vassalagem. É a «cacicagem» no seu melhor, é o nacional «carneirismo» em uso corrente e é esta intolerável mania de alguns que acham que lhes é fácil fazer dos outros lorpas.

Repito. No caso presente, em que toda a gente, ou quase, ouviu ou vai ouvir as escutas, tem de ouvir o Sr. Pinto da Costa afirmar em regime inflamado que é tudo invenção, repito, in-ven-ção e que os lisboetas acordam todos os dias a pensar: o que é vamos inventar hoje para lixar o Pinto da Costa?

Nota: Esta reflexão é aplicável a muitos e conceituados bloggers da nossa praça, a quem assiste todo o direito de questionar a licitude da publicação das escutas, mas que deviam, tal como Pinto da Costa, ter alguma reserva (e pudor) em fazer dos outros parvos.

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sexta-feira, outubro 02, 2009

Não há pachorra


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O principal clube de futebol da cidade do Porto obtém uma vitória internacional, com a ajuda de um golo de belo efeito, e uma pessoa acaba por esquecer muita coisa e congratula-se publicamente com o feito. O que, aliás, não é nada de outro mundo e reflecte a boa fé de quem já não tem paciência para a habitual truculência do referido clube, mas se compraz genuinamente com as vitórias nacionais em confrontos internacionais.

Mas o sol é de muito pouca dura. O clube mais importante da cidade do Porto tem um chefe que é um exemplo acabado de provincianismo bacoco e que se encarrega de despertar sentimentos anti-Porto porque, afinal, é disso que ele vive e lhe vem a estamina para a sua pretensa gestão exemplar, nos intervalos em que recita Régio. E vai daí, a propósito do belíssimo golo de Falcao, aproveita para se vangloriar do feito. Como? Simples. Não celebrando o golo e a vitória com alegria mas, antes, recorrendo àquela forma peculiar que sempre usou para chatear a «mouraria» e que os peritos apelidam de «fina ironia».

Bem pode Pinto da Costa limpar as mãos à ironia. Basta uma centelha de simpatia genuína, mesmo que pontual, pelo clube mais importante da cidade do Porto, para que ele se encarregue de a apagar.

Há coisas em que somos, realmente, insuperáveis.

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segunda-feira, setembro 29, 2008

Sobre a atribuição de casas pela CML


O bairrismo antilisboeta deste homem é primário, está-lhe nas tripas e raia o absurdo. Qualquer coisa lhe serve para esse fim.
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quarta-feira, março 26, 2008

Eu, pecador, me confesso…


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A propósito da sua pronunciação como corruptor activo e numa entrevista ao Rádio Clube Português, Pinto a Costa pecou. Disse acreditar na justiça divina e em vez de dar a outra face, atirou-se àqueles que, segundo ele, mentem. Mais. Invocou o nome de Deus em vão, pedindo-Lhe para que aos mentirosos lhes caísse uma espécie de praga do Egipto - "que nunca mais na vida conseguissem dormir descansados" (sic).

Pinto da Costa devia ir confessar-se. Já.
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