quarta-feira, julho 25, 2012

A empres...emprelasi...empersali...chiça... empresarialização da saúde

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O bastonário da Ordem dos Médicos aí está, acelerado e definitivamente a colar-se ao pelotão do Mário Nogueira, daquele senhor Albino da Associação de Pais, Marinho Pinto e de outros que tal, que é uma trabalheira mencionar. O bastonário saiu-se agora com uma pérola, a de que alguns médicos, alegadamente, ganham mais do que deviam, por força de práticas que resultam da empresarialização da saúde, gerida por ministros neo-liberais, como Correia de Campos e Mário Macedo.

O bastonário não referiu as muitas dezenas de médicos («passou-se-lhe») que estão a ser investigados por alegadas burlas de receitas falsas, uma falcatrua em conúbio com farmacêuticos e que ascendem a vários milhões de euros. Aparentemente foi um ministro neo-liberal que terá aberto as investigações, mas certamente foi sem querer, terá sido um descuido do ministro. Se ele pensasse um pouco ter-se-ia apercebido que a falcatrua das receitas se deve aos médicos vítimas de um sistema empresarializado, quiçá, enfeitado pelos diabinhos negros que o bispo Januário lançou recentemente no mercado.
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sexta-feira, abril 15, 2011

Dos perigos de dar uma traseirada no carro da frente


Foto daqui . Clicar na foto para ver melhor as sanduíches de mortadela, as maçãs e os cantis de água


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Há um tal Francisco Ferreira que costuma dizer umas patacoadas na 1. Parece é ecologista, ambientalista, «quercuista» e, fundamentalmente, idiota. Porquê? seria a pergunta adequada a uma afirmação tão incisiva. Ora… porque diz disparates em catadupa, em cadência de grelha televisiva e porque depois não os sabe explicar. Ainda há um par de dias ele, o Francisco ecologista dizia que se tinha que aumentar o combustível e a apresentadora do Programa da manhã perguntava: Mas porquê? Porque… porque os portugueses são o povo europeu que mais usa o automóvel. Claro que o Francisco ambientalista deve ter visto, ou pensado que viu, isto num «estudo» e se viu, está visto, os portugueses não têm nada que andar de carro e por isso os combustíveis deviam ser aumentados. E quando a apresentadora lhe perguntava se os transportes públicos não teriam depois de aumentar os preços dos bilhetes e dos passes, o Francisco dizia que, claro, mas aí o Estado teria que pagar o aumento. E por aí fora.

Estamos cheios de Franciscos, cheios no sentido literal da coisa, entenda-se muitos Franciscos e cheios deles até aos «gorgomilos» que eu não sei bem o que é, mas a minha avozinha que Deus tem dizia muito, sempre que se fartava de alguém.

O Francisco «quercuista» deveria estar atento a outros perigos. O Verão está aí e as praias da linha começam a ficar cheias todos os dias num evidente sinal da crise que nos sufoca. Se o Francisco reparasse bem nas praias, uma «oftálmica» mais atenta deveria alertá-lo para os perigos diários a que um automobilista que tenha de fazer a marginal todos os dias está sujeito. Ele é o calor, ele é as bichas, ele é aqueles anúncios na rádio em que de repente, sem se saber bem porquê, desatam a tocar buzinas estridentes e nós pensamos que é o parceiro do lado, desviamo-nos e arriscamo-nos a bater no parceiro da fila de dentro e ele é, agora, este espectáculo das praias cheias. A gente começa a olhar. Vê as sanduíches de mortadela, as maçãs, os cantis de água, a areia fina, o mar azulinho e às tantas, sem querer, damos uma «traseirada» no parceiro da frente, quanto mais não seja por associação de ideias.

Um distraído este Francisco Ferreira. Com argumentos tão fortes para tirar os automobilistas da estrada e pô-los todos a andar de autocarro ou comboio, vem para ali falar de emissões de carbono e a finitude dos combustíveis fósseis. Um distraído pateta, é o que ele é.

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domingo, outubro 25, 2009

Isto de andar distraído…


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Não clicasse eu hoje na Cristina, salvo seja não desfazendo, e nem repararia que hoje é Domingo.

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quinta-feira, julho 23, 2009

Confiteor Deo omnipotenti


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Ainda falando de Sócrates, contaram-me ontem que ele terá afirmado na rádio, compungido e na versão «português suave», que reconhecia outro erro. Que não devia ter fechado algumas urgências dos hospitais.

Imagine-se como é que estas coisas podem acontecer. Chego a ter pena do Grande Líder que, de repente, se apercebe que cometeu outro erro (eu diria deslizes, mas o homem está em maré de contrição…), sobretudo agora, com as eleições á porta.

Aguardemos, mas cheira-me que Sócrates ainda vai descobrir mais erros e achar que se precipitou na avaliação dos professores, com os juízes, com os comunistas, com o pessoal da Carris, com os sindicatos, enfim, uns quantos erros, lapsos e distracções que ele certamente irá corrigir na próxima legislatura.

Já o disse várias vezes. Este homem causa um verdadeiro embaraço às pessoas minimamente habilitadas de senso comum.
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