ESPUMADAMENTE

puro auto-entretenimento
sábado, junho 12, 2010
quarta-feira, outubro 28, 2009
terça-feira, outubro 27, 2009
Viró disco...

[3436]
Esta rapaziada que nos governa há um ror de anos, com um ou outro pequeno soluço facilmente ultrapassado com meia dúzia de mabalarismos (esta nunca perdoarei a Ferreira Leite) que repõem a fatalidade histórica de sermos governados por socialistas em regime de permanência, esta rapaziada, dizia eu não nos dá um minuto de descanso para nos recordar que existem. Ainda agora a subdirectora nacional de saúde, a quem eu, reverente e antecipadamente, peço me releve a distracção de não lhe ter fixado ainda o nome, afirmou que os taxistas, contrariamente ao que exigiam, não têm que ser vacinados já contra a gripe A, pela simples razão de que não são grupos de risco. Posta perante as declarações de um representante da Antral, que afirmou que os taxistas transportam potencialmente muitos doentes, a subdirectora (que eu reverente e antecipadamente etc., etc., etc.) afirmou que não é verdade, porque o que se passa é que os passageiros viajam no banco de trás e se tossirem ou espirrarem fazem-nos para as costas dos motoristas, além de que podem facilmente transportar consigo lenços de papel.
Isto é PS em estado puro, é o verbo delicodoce mas firme, é a expressão epigonal do poder, sem direito a recurso nem contraditório a que tivemos de nos habituar, lá nos avisou Vitorino. Só faltou à subdirectora (que eu reverente e antecipadamente etc., etc., etc.) recomendar que os motoristas, ao chegarem à casa, deveriam ter o cuidado de pousar os casacos com as costas viradas contra a parede, ou até mesmo escová-los, porque nunca se sabe com que vírus é que estamos a lidar. Isto se tiverem filhos, naturalmente, porque se não tiveram, não é necessária tanta mariquice. Além de que a ministra Ana Jorge nos vai fazendo o ponto da situação, por isso mesmo é que a rapaziada do Eixo do Mal achou que ela era uma ministra excelente.
Esta rapaziada que nos governa há um ror de anos, com um ou outro pequeno soluço facilmente ultrapassado com meia dúzia de mabalarismos (esta nunca perdoarei a Ferreira Leite) que repõem a fatalidade histórica de sermos governados por socialistas em regime de permanência, esta rapaziada, dizia eu não nos dá um minuto de descanso para nos recordar que existem. Ainda agora a subdirectora nacional de saúde, a quem eu, reverente e antecipadamente, peço me releve a distracção de não lhe ter fixado ainda o nome, afirmou que os taxistas, contrariamente ao que exigiam, não têm que ser vacinados já contra a gripe A, pela simples razão de que não são grupos de risco. Posta perante as declarações de um representante da Antral, que afirmou que os taxistas transportam potencialmente muitos doentes, a subdirectora (que eu reverente e antecipadamente etc., etc., etc.) afirmou que não é verdade, porque o que se passa é que os passageiros viajam no banco de trás e se tossirem ou espirrarem fazem-nos para as costas dos motoristas, além de que podem facilmente transportar consigo lenços de papel.
Isto é PS em estado puro, é o verbo delicodoce mas firme, é a expressão epigonal do poder, sem direito a recurso nem contraditório a que tivemos de nos habituar, lá nos avisou Vitorino. Só faltou à subdirectora (que eu reverente e antecipadamente etc., etc., etc.) recomendar que os motoristas, ao chegarem à casa, deveriam ter o cuidado de pousar os casacos com as costas viradas contra a parede, ou até mesmo escová-los, porque nunca se sabe com que vírus é que estamos a lidar. Isto se tiverem filhos, naturalmente, porque se não tiveram, não é necessária tanta mariquice. Além de que a ministra Ana Jorge nos vai fazendo o ponto da situação, por isso mesmo é que a rapaziada do Eixo do Mal achou que ela era uma ministra excelente.
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Etiquetas: viró disco
segunda-feira, julho 28, 2008
Becagueine

[2604]
De regresso à intriga da Blogo, observo uma atmosfera morna decorrente de falta de notícias ou, talvez, da modorra “tufinha” que se apodera do cidadão português durante a chamada “silly season”. A verdade é que as notícias são mornas ou morna é a forma de os tratar. Percorrida a lista à direita do template (o que não significa que alguns daqueles blogues estejam à direita seja do que for) mais ou menos em diagonal, no desejo subconsciente de poder aqui deixar post que se leia, percebo que é uma operação “não” ou, quando muito, de “vã glória de querer dizer qualquer coisa”.
Realmente, das poucas coisas que me chamaram a atenção, nada de verdadeiro novo, foi o rebanho madeirense a bater palmas àquele que se há-te tornar um verdadeiro case study da sociologia portuguesa, Jardim lui-même, para não falar no imediato Ramos que eu não ouvia faz tempo e que continua a não saber falar. A propósito de não saber falar ou, pelo menos, da forma de o fazer, ocorre-me a negociação da polícia com um assaltante de armas que mantinha reféns crianças e mulheres. A SIC deu em exclusivo (toma!!!) o monólogo da negociação e a coisa deve ter surtido efeito porque o (alegado) bandido entregou-se. Mas faltou ali qualquer coisa de Bruce Willis, de Samuel L. Jackson ou Denzel Washington. Faltaram os blusões com os dizeres FBI ou NYPD, os telemóveis em "alta-voz" e a palavra firme, ”reassuring”, do negociador. O que ouvi foi um polícia (presumo que era polícia) empunhando um megafone, e a dizer umas coisas mais ou menos ao estilo de mandar cumprimentos da vizinha D. Albertina e a saber se ele, Bruno (assim se chamava o alegado) queria que se fosse dar água ao gato e se queria que se dissesse à família para se ir adiantando o jantar, que iam sendo horas.
Falta ali qualquer coisa. Qualquer coisa que imprima um módico (cá está outro termo que "adoro" e que o Pedro Correia ainda não listou) de seriedade e que mexa com o pessoal que está mortinho que a novela comece mas que, já agora, quer ver o que é “aquilo” dá. Bom, mas tudo acabou em bem o que prova que devemos estar todos bem uns para os outros. Polícias e ladrões.
Ainda reparei no futebol e ou muito me engano ou tanto o Benfica como o Sporting iniciaram já a sua penosa viagem de entrega de mais um título ao FCP. Ou estou muito enganado ou não sai "dali" obra que se veja. Falando de futebol, acho perfeitamente extraordinário o quase silêncio em volta do parecer jurídico de Freitas do Amaral. Mais que ao silêncio, achei graça a alguns eminentes bloggers da nossa praça terem desviado a coisa para o facto de o parecer não ser vinculativo. Vinculativo? Mas quem é que falou em vínculos? Fica o que me parece ser um parecer bem fundado e a retratação clara do presidente do CJ num caso que, como diz Freitas do Amaral, deveria merecer desde já a acção do ministério da Justiça.
E agora vou trabalhar, que não tenho pais ricos.
De regresso à intriga da Blogo, observo uma atmosfera morna decorrente de falta de notícias ou, talvez, da modorra “tufinha” que se apodera do cidadão português durante a chamada “silly season”. A verdade é que as notícias são mornas ou morna é a forma de os tratar. Percorrida a lista à direita do template (o que não significa que alguns daqueles blogues estejam à direita seja do que for) mais ou menos em diagonal, no desejo subconsciente de poder aqui deixar post que se leia, percebo que é uma operação “não” ou, quando muito, de “vã glória de querer dizer qualquer coisa”.
Realmente, das poucas coisas que me chamaram a atenção, nada de verdadeiro novo, foi o rebanho madeirense a bater palmas àquele que se há-te tornar um verdadeiro case study da sociologia portuguesa, Jardim lui-même, para não falar no imediato Ramos que eu não ouvia faz tempo e que continua a não saber falar. A propósito de não saber falar ou, pelo menos, da forma de o fazer, ocorre-me a negociação da polícia com um assaltante de armas que mantinha reféns crianças e mulheres. A SIC deu em exclusivo (toma!!!) o monólogo da negociação e a coisa deve ter surtido efeito porque o (alegado) bandido entregou-se. Mas faltou ali qualquer coisa de Bruce Willis, de Samuel L. Jackson ou Denzel Washington. Faltaram os blusões com os dizeres FBI ou NYPD, os telemóveis em "alta-voz" e a palavra firme, ”reassuring”, do negociador. O que ouvi foi um polícia (presumo que era polícia) empunhando um megafone, e a dizer umas coisas mais ou menos ao estilo de mandar cumprimentos da vizinha D. Albertina e a saber se ele, Bruno (assim se chamava o alegado) queria que se fosse dar água ao gato e se queria que se dissesse à família para se ir adiantando o jantar, que iam sendo horas.
Falta ali qualquer coisa. Qualquer coisa que imprima um módico (cá está outro termo que "adoro" e que o Pedro Correia ainda não listou) de seriedade e que mexa com o pessoal que está mortinho que a novela comece mas que, já agora, quer ver o que é “aquilo” dá. Bom, mas tudo acabou em bem o que prova que devemos estar todos bem uns para os outros. Polícias e ladrões.
Ainda reparei no futebol e ou muito me engano ou tanto o Benfica como o Sporting iniciaram já a sua penosa viagem de entrega de mais um título ao FCP. Ou estou muito enganado ou não sai "dali" obra que se veja. Falando de futebol, acho perfeitamente extraordinário o quase silêncio em volta do parecer jurídico de Freitas do Amaral. Mais que ao silêncio, achei graça a alguns eminentes bloggers da nossa praça terem desviado a coisa para o facto de o parecer não ser vinculativo. Vinculativo? Mas quem é que falou em vínculos? Fica o que me parece ser um parecer bem fundado e a retratação clara do presidente do CJ num caso que, como diz Freitas do Amaral, deveria merecer desde já a acção do ministério da Justiça.
E agora vou trabalhar, que não tenho pais ricos.
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Etiquetas: me worry?, viró disco

