sábado, junho 12, 2010

Becagueine… again and again and again!

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Já vim. Mas bem que podia ter ficado mais um bocadinho.

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quarta-feira, outubro 28, 2009

Graça. De sua graça.

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Graça. De Freitas. Graça de Freitas. De sua graça. É o nome dela.
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terça-feira, outubro 27, 2009

Viró disco...


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Esta rapaziada que nos governa há um ror de anos, com um ou outro pequeno soluço facilmente ultrapassado com meia dúzia de mabalarismos (esta nunca perdoarei a Ferreira Leite) que repõem a fatalidade histórica de sermos governados por socialistas em regime de permanência, esta rapaziada, dizia eu não nos dá um minuto de descanso para nos recordar que existem. Ainda agora a subdirectora nacional de saúde, a quem eu, reverente e antecipadamente, peço me releve a distracção de não lhe ter fixado ainda o nome, afirmou que os taxistas, contrariamente ao que exigiam, não têm que ser vacinados já contra a gripe A, pela simples razão de que não são grupos de risco. Posta perante as declarações de um representante da Antral, que afirmou que os taxistas transportam potencialmente muitos doentes, a subdirectora (que eu reverente e antecipadamente etc., etc., etc.) afirmou que não é verdade, porque o que se passa é que os passageiros viajam no banco de trás e se tossirem ou espirrarem fazem-nos para as costas dos motoristas, além de que podem facilmente transportar consigo lenços de papel.

Isto é PS em estado puro, é o verbo delicodoce mas firme, é a expressão epigonal do poder, sem direito a recurso nem contraditório a que tivemos de nos habituar, lá nos avisou Vitorino. Só faltou à subdirectora (que eu reverente e antecipadamente etc., etc., etc.) recomendar que os motoristas, ao chegarem à casa, deveriam ter o cuidado de pousar os casacos com as costas viradas contra a parede, ou até mesmo escová-los, porque nunca se sabe com que vírus é que estamos a lidar. Isto se tiverem filhos, naturalmente, porque se não tiveram, não é necessária tanta mariquice. Além de que a ministra Ana Jorge nos vai fazendo o ponto da situação, por isso mesmo é que a rapaziada do Eixo do Mal achou que ela era uma ministra excelente.
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segunda-feira, julho 28, 2008

Becagueine


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De regresso à intriga da Blogo, observo uma atmosfera morna decorrente de falta de notícias ou, talvez, da modorra “tufinha” que se apodera do cidadão português durante a chamada “silly season”. A verdade é que as notícias são mornas ou morna é a forma de os tratar. Percorrida a lista à direita do template (o que não significa que alguns daqueles blogues estejam à direita seja do que for) mais ou menos em diagonal, no desejo subconsciente de poder aqui deixar post que se leia, percebo que é uma operação “não” ou, quando muito, de “vã glória de querer dizer qualquer coisa”.

Realmente, das poucas coisas que me chamaram a atenção, nada de verdadeiro novo, foi o rebanho madeirense a bater palmas àquele que se há-te tornar um verdadeiro case study da sociologia portuguesa, Jardim lui-même, para não falar no imediato Ramos que eu não ouvia faz tempo e que continua a não saber falar. A propósito de não saber falar ou, pelo menos, da forma de o fazer, ocorre-me a negociação da polícia com um assaltante de armas que mantinha reféns crianças e mulheres. A SIC deu em exclusivo (toma!!!) o monólogo da negociação e a coisa deve ter surtido efeito porque o (alegado) bandido entregou-se. Mas faltou ali qualquer coisa de Bruce Willis, de Samuel L. Jackson ou Denzel Washington. Faltaram os blusões com os dizeres FBI ou NYPD, os telemóveis em "alta-voz" e a palavra firme, ”reassuring”, do negociador. O que ouvi foi um polícia (presumo que era polícia) empunhando um megafone, e a dizer umas coisas mais ou menos ao estilo de mandar cumprimentos da vizinha D. Albertina e a saber se ele, Bruno (assim se chamava o alegado) queria que se fosse dar água ao gato e se queria que se dissesse à família para se ir adiantando o jantar, que iam sendo horas.

Falta ali qualquer coisa. Qualquer coisa que imprima um módico (cá está outro termo que "adoro" e que o Pedro Correia ainda não listou) de seriedade e que mexa com o pessoal que está mortinho que a novela comece mas que, já agora, quer ver o que é “aquilo” dá. Bom, mas tudo acabou em bem o que prova que devemos estar todos bem uns para os outros. Polícias e ladrões.

Ainda reparei no futebol e ou muito me engano ou tanto o Benfica como o Sporting iniciaram já a sua penosa viagem de entrega de mais um título ao FCP. Ou estou muito enganado ou não sai "dali" obra que se veja. Falando de futebol, acho perfeitamente extraordinário o quase silêncio em volta do parecer jurídico de Freitas do Amaral. Mais que ao silêncio, achei graça a alguns eminentes bloggers da nossa praça terem desviado a coisa para o facto de o parecer não ser vinculativo. Vinculativo? Mas quem é que falou em vínculos? Fica o que me parece ser um parecer bem fundado e a retratação clara do presidente do CJ num caso que, como diz Freitas do Amaral, deveria merecer desde já a acção do ministério da Justiça.

E agora vou trabalhar, que não tenho pais ricos.

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