terça-feira, março 15, 2011

Publicidade




[4089]

Vá. Vamos lá visitar este site que está lindo e, not the least, pode até ser bem útil.

www.100tempo.net

Agradecido.
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terça-feira, janeiro 11, 2011

Lavóquê?


[4021]

E de repente a cidade foi invadida por uma onda de publicidade à «Lavacolha». Como sou meio distraído, só ligo aos anúncios até ao primeiro terço, pelo que nunca me tinha apercebido verdadeiramente o que é que a rádio anunciava que nos queriam lavar. À primeira esqueci-me, à segunda pensei que diabo de coisa esta agora de me mandarem lavar… isso… logo pela manhã e a partir daí a minha curiosidade aguçou-se. Habituado que estou à tendência inata dos portugueses para criar vocábulos ou expressões, achei que… «prontes, p’tanto»… aquilo de lavar a colha seria uma ideia moderna de alguém que achou que podia ficar rico a lavar o pessoal antes de uma viagem de avião, enquanto íamos ao aeroporto, deixávamos o carro não sei aonde, mas confesso que me fazia um bocado de espécie. O que é que o aeroporto tinha a ver com aquilo. Hoje não RESISTI. Fui mesmo ao Google tratar de escarafunchar e perceber o que era isto da «Lavacolha». E, diligentemente, pesquisei: LAVACOLHA. Apareceram bidés lindíssimos, em cerâmica, peças antigas em esmalte pintadas à mão, artefactos moderníssimos com chuveirinhos e cinzeiros acoplados, só faltou mesmo aparecerem bidés preparados para fazer tostas mistas ou pregar botões na camisa.

Mantinha-me, porém, numa dolorosa ignorância sobre quaisquer «lavacolhenses» que existissem, nada me informava convenientemente sobre esta possível nova e prestável empresa. Meio abatido, mudei da imagem para a Web. Bingo, estava explicado. A Lavacolla (grafia diferente) apareceu em todo o seu esplendor. Recolhe os veículos à porta do aeroporto, lava-os e guarda-os enquanto a gente vai ali e já vem.

Aprendi três coisas. Uma, que os espanhóis antes de abrirem empresas em Portugal deviam estudar melhor a nossa língua. Outra, que hoje ainda há bidés lindíssimos. Não fazia ideia e fiquei com uma vontade quase incontrolável de ir comprar um e ir a correr para casa pô-lo em uso. Finalmente, aprendi que sou um distraído. Este mundo pode andar meio às avessas. Mas daí a ter chegado ao ponto de abrirem empresas que nos fossem esperar ao aeroporto para nos lavarem as «partes podengas» ainda vai alguma distância. Espero. Acho…

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terça-feira, agosto 04, 2009

Publicidade moderna


[3284]

- Mamã, queria ir fazer cocó.
- Vai meu filho.
- Mas eu queria fazer cocó na casa de banho do Francisco.
- Mas porquê meu filho?
- Porque a casa do banho do Francisco cheira bem.


Publicidade pós moderna, a um desodorizante qualquer. Disponível numa televisão perto de si. Se tiver um televisor numa casa de banho pode ver o anúncio enquanto faz cocó.

Nota: Cocó com hífen (có-có) dá erro ortográfico. Cocó, sem hífen, já dá correcto. Prova cabal que eu não escrevia ou lia esta palavra desde o tempo do «camprandando» (a minha amiga Dulce que explique o que é o «camprandando»). Admitindo que eu tenha tido necessidade de me referir á substância em questão por razões óbvias e humanas, assusta-me pensar que diabo de palavra usarei eu em linguagem corrente. Merda de dúvida!...

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quarta-feira, junho 17, 2009

Cena erótica, satírica e burlesca, com borbulhas…


[3191]

… para não falar da sua tremenda carga de sensualidade:

- Querido, beija-me
- Sim…
- Beija-me, beija-me, beija-me, beija-me com força…
- Sim, meu amor…
- Mais, mais, beija. Beija, não pares, beija…
- siiiim, beijo, hmmmm…
- Beeeeeeija, arrota, arrota, arrota, arrota, arroooooooooota, ohhhhh, siiiiiiiiiiim


Imagem recolhida aqui. Isto é verdade?

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terça-feira, março 03, 2009

Porque nós merecemos...


[2982]

Há bem pouco tempo, uma das razões principais para se assinar a TV-Cabo era sermos poupados aos talvez mais longos blocos publicitários da televisão europeia. Contornando a legislação, as televisões deitam mão a tudo o que se lembram para transmitirem blocos que chegam a roçar os trinta minutos de publicidade maciça. Assinar a Cabo tinha, entre outras, a vantagem de escaparmos a este massacre. Sobretudo a SIC- Notícias era um porto de abrigo à torrente de anúncios a que o telespectador português é sujeito diariamente.

Pois bem, a situação mudou. Paulatinamente os espaços publicitários foram aumentando e hoje as estações noticiosas do Cabo já vão para um “pequeno intervalo” para nos chutarem para a veia. A TVI-24, mesmo recém-nascida, apresenta já blocos de anúncios que em nada ficam a dever aos da casa mãe. Depois, as pessoas passam para a CNN, a BBC, Skynews e semelhantes e interrogam-se como é que estações destas conseguem fazer sem torturar os ouvintes com detergentes para a loiça nem cremes para a celulite. E não me consta que estejam falidas. Têm, certamente, outras formas de receita. E muito mais respeito pelos telespectadores.

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