Vacinas e vogais abertas
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Para os observadores mais atentos, ou mais curiosos, do fenómeno que gira à volta do permanente queixume da nobre e invicta cidade do Porto sobre a secundarização das suas gentes e da região, é interessante reparar no número de vezes que as palavra hepatite, vacina e gripe A são pronunciadas hep(á)tite, v(á)cina e gripiá. É um indicador seguro de que, pelo menos em termos de epidemias, as gentes do Norte envolvidas no processo suplantam largamente a mouraria em geral e os betos da linha de Cascais em particular.
Falando ainda de termos ligados à saúde, há um de admirável consenso nacional. Na verdade a hemorragia é quase sempre pronunciada como hemorregia, seja a pessoa do Porto, de Lisboa, de Faro, de Beja, Viseu ou Bragança. É um valioso argumento para estancar as verdadeiras hemorregias verbais que vão por aí com a regionalização.
Para os observadores mais atentos, ou mais curiosos, do fenómeno que gira à volta do permanente queixume da nobre e invicta cidade do Porto sobre a secundarização das suas gentes e da região, é interessante reparar no número de vezes que as palavra hepatite, vacina e gripe A são pronunciadas hep(á)tite, v(á)cina e gripiá. É um indicador seguro de que, pelo menos em termos de epidemias, as gentes do Norte envolvidas no processo suplantam largamente a mouraria em geral e os betos da linha de Cascais em particular.
Falando ainda de termos ligados à saúde, há um de admirável consenso nacional. Na verdade a hemorragia é quase sempre pronunciada como hemorregia, seja a pessoa do Porto, de Lisboa, de Faro, de Beja, Viseu ou Bragança. É um valioso argumento para estancar as verdadeiras hemorregias verbais que vão por aí com a regionalização.
Vá. E agora vamos lá todos apanhar a vácina que o frio vem aí.
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Etiquetas: pronúncia do Norte




