Um «alentejanista» da Assembleia

Pita Ameixa, um «alentejanista» na capital
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Bastou Passos Coelho ter afirmado que era o mais africano dos candidatos, porque natural de Angola e casado com uma portuguesa oriunda da Guiné Bissau. Esta afirmação coube num determinado contexto e ficaria por aí, não fosse um tal de Pita Ameixa (um nome que, com o devido respeito, me faz ter algum remorso quando, por África, me admirava e divertia com nomes como Deolindo Chipilica, Sabonete Chocolate ou Perfeito Catorze), deputado socialista mais presidente não sei de quê do PS no Baixo Alentejo, ter achado que africanista de Massamá era um epíteto adequado para o caso. Pita não sabe certamente a diferença entre africano e africanista. Ameixa deve achar que Massamá é uma espécie de gueto de africanos... africanistas... hummmm... tanto dá... no Alentejo não há Massamá e africanistas deve haver um casalinho ou outro, coisa pouca.
Mas bastou Passos Coelho ter dito aquilo, para o PS achar que mandar umas carradas de «africanistas» (entenda-se cidadãos negros a quem foi facultado um autocarro e um lanche) de Cascais e, parece, de Massamá. Muitos deles, miúdos. Lanche numa mão e bandeira noutra foram respondendo, envergonhados, a alguns jornalistas. Alguns dos miúdos «africanistas», questionados sobre como é que foram parar a Évora de bandeira na mão e lanche na outra, disseram que foi a Embaixada de Moçambique que mandou. Pessoalmente não acredito que a embaixada de Moçambique tenha alinhado nesta patetice socialista, mas nunca se sabe. Era bom que o embaixador viesse esclarecer as pessoas e sobretudo os cidadão moçambicanos residentes em Portugal, que a embaixada não teve nada a ver com o assunto.
Quanto ao PS... já nada se lhe exige. O PS é um Partido pouco sério e denota algum desnorte. O que me desagrada. Com o seu reconhecido mau-perder pode vir ainda a causar mal estar e muito embaraço.
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Bastou Passos Coelho ter afirmado que era o mais africano dos candidatos, porque natural de Angola e casado com uma portuguesa oriunda da Guiné Bissau. Esta afirmação coube num determinado contexto e ficaria por aí, não fosse um tal de Pita Ameixa (um nome que, com o devido respeito, me faz ter algum remorso quando, por África, me admirava e divertia com nomes como Deolindo Chipilica, Sabonete Chocolate ou Perfeito Catorze), deputado socialista mais presidente não sei de quê do PS no Baixo Alentejo, ter achado que africanista de Massamá era um epíteto adequado para o caso. Pita não sabe certamente a diferença entre africano e africanista. Ameixa deve achar que Massamá é uma espécie de gueto de africanos... africanistas... hummmm... tanto dá... no Alentejo não há Massamá e africanistas deve haver um casalinho ou outro, coisa pouca.
Mas bastou Passos Coelho ter dito aquilo, para o PS achar que mandar umas carradas de «africanistas» (entenda-se cidadãos negros a quem foi facultado um autocarro e um lanche) de Cascais e, parece, de Massamá. Muitos deles, miúdos. Lanche numa mão e bandeira noutra foram respondendo, envergonhados, a alguns jornalistas. Alguns dos miúdos «africanistas», questionados sobre como é que foram parar a Évora de bandeira na mão e lanche na outra, disseram que foi a Embaixada de Moçambique que mandou. Pessoalmente não acredito que a embaixada de Moçambique tenha alinhado nesta patetice socialista, mas nunca se sabe. Era bom que o embaixador viesse esclarecer as pessoas e sobretudo os cidadão moçambicanos residentes em Portugal, que a embaixada não teve nada a ver com o assunto.
Quanto ao PS... já nada se lhe exige. O PS é um Partido pouco sério e denota algum desnorte. O que me desagrada. Com o seu reconhecido mau-perder pode vir ainda a causar mal estar e muito embaraço.
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Etiquetas: desnorte, Ignorância, socialismos


