domingo, fevereiro 12, 2017

Bequinbizenesse – Landed safe, happy and sound




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O Trump pode ter um red button, mas eu inventei um "peace button”, com o respectivo “on-off”, que me permite esquecer a horrenda geringonça “mai-los” seus horrendos mentores (o corrector mudou para menores… estive quase para deixar ficar), acólitos e correlativos. Isso permite-me uma “brain wash”, no sentido literal do termo, varrer a porcaria das meninges e sistema nervoso central, enquanto estou fora do pedaço, mas há o regresso. E há aquela esplendorosa mariquice de ver aquilo que já vi muitas (mas muitas, mesmo) dezenas de vezes, sempre que aterro de noite em Lisboa. A foto não ajuda, mas foi o que se pôde arranjar. A segunda mariquice é este sentimento de pertença sempre que aqui aterro, mesmo considering.



Cheguei a casa, pus o peace button em on, para me recolocar na realidade e recordar que estou de volta à paróquia. Comi qualquer coisa e acabei a ver o Governo Sombra. Esta manhã não resisti, e reposicionei a box para ver o Eixo do Mal, para ver se tudo estava na mesma. Está.


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sexta-feira, dezembro 02, 2016

Quartel General em Abrantes



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Uma pessoa vem de um período de ausência, quando apenas lhe chegam os ecos das trapalhadas maiores como a CGD (uma atitude absolutamente indigna por parte da geringonça…) e consequentes tremedeiras internacionais, a atitude pirosa da D. Fernanda no banquete e a palhaçada do costume dos palhaços bloquistas do costume e a erecção mental, que varreu a nossa comunicação social pelo passamento de um ditador que se entretinha a matar gente e a formatar os cérebros das criancinhas que iam nascendo no período “revolucionário” e regressa ao dia a dia da intriga nacional. E a primeira impressão é que nada mudou. Calhou-me em sorte a comemoração do 1º de Dezembro, onde tanto o Presidente como o inenarrável primeiro não conseguiram evitar as alfinetadas do costume ao governo anterior. A Marcelo, pareceu-me mal a birra que ele mantém com PPC desde que lhe chamou catavento. Não conseguiu conduzir a cerimónia sem frisar que feriados destes não se suspendem, não me recordo se foram estas as palavras, mas era mais ou menos isto. E quanto ao lamentável Costa, também não disfarçou o conforto intestino (patológico) de referir que este feriado, «…ao contrário do que outros menosprezaram e “apucaram”…», etc., etc.

Uma cena lamentável… e não há ninguém que diga à criatura que deve ao anterior governo ele andar a fazer as flores que faz. E, já agora, lhe dissesse que não é “apucar”, de apoucar, o étimo do termo é “pouco”, diminutivo poucochinho, que é um termo que ele gosta e que representa bem o que lhe vai na cabeça. E que pare de aproveitar qualquer episódio para enaltecer a geringonça e “apucar” o anterior governo. E lhe lembre que se ele lá está a ele o deve.


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terça-feira, maio 21, 2013

De volta


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Faz hoje exactamente um mês que este blogue esteve inactivo. Por razões meramente circunstanciais e, também, pela necessidade que até os gansos têm de um período sabático. Mesmo os mais «charmosos». Está-lhes nas tripas, tal como nos humanos.

Reposta a normalidade «ambiental», não fosse este tornar-se um blogue paranormal gerido por um bloguista debilitado, para glosar o insigne socialista açoreano César ao referir-se ao Conselho de Estado e ao Presidente da República, aqui estou, de novo, atento, venerador e obrigado à fenomenologia do ser, tal como descrevia o Sartre privativo de Sócrates, no tempo em que este se entretinha a fazer-nos a cama e gostava imenso de citações idiotas (mesmo que de harmonia com a sua arrepiante incultura) e não deixar que se cumpram, dentro de cerca de um mês, nove anos de blogosfera, com o blogue em hibernação idiota. Afinal, todos os dias há um motivo novo que pode ser usado, apesar de cada novo motivo ser quase sempre velho de novo, entenda-se cada vez mais iguais.

Uma palavra carinhosa para quem entendeu esta hibernação *, na sua exacta dimensão e lhe deu o tratamento devido.


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terça-feira, novembro 20, 2012

Back to basics

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Perfect landing. Safe, happy and sound.
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domingo, outubro 09, 2011

Becagueine


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Regressado de uns dias de merecido repouso. Mas já estou cansado com esta caloraça. Estava saudoso da intriga blogosférica, só ouvia falar de Jardim. Só faltou dizer que o homem tem mau hálito…
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sábado, setembro 03, 2011

Becagueine




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Devidamente elucidado sobre mais «medidas de austeridade» e sobre o sentimento dominante de acabar com os ricos (!!!!!) (que parece ser a grande estratégia nacional para sairmos deste buraco), juntamente com a cabeça quente do desertor Ricardo Carvalho que acha que Paulo Bento é um mercenário e depois de ouvir o camarada Jerónimo a dizer que a luta continua lá na festarola do Avante, entrego-me de novo ao refrigério da blogosfera onde, pelo menos por enquanto, vamos dizendo o que nos apetece.
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terça-feira, julho 20, 2010

Back to the crowd


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Way too short...

De volta a casa, medito sobre a vacuidade do dia a dia quando comparado com a plenitude de um grupo de dias apenas. É o primado da qualidade sobre a estéril quantidade de dias que descascamos sistematicamente, em nome e benefício dos ditames duma sociedade que nos obriga ao cumprimento bovino de rotinas instituídas, ainda por cima convencidos que andamos todos felizes por ter nascido. Para não contrariar a rotina instituída por este blogue, de cada vez que me ausento, aqui fica o meu regresso assinalado pelo habitual becagueine.
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domingo, maio 16, 2010

Becagueine… again and again and again!

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Acabou-se um curto período de férias. Um luxo que, sinceramente, me estava fazendo falta. Foi bom mas, como em tudo na vida, depois, acordamos. Banho, barba e café e lá vamos de novo trabalhar. Pelo menos enquanto houver trabalho, já que uma rápida apreciação do panorama nacional nos conduz irremediavelmente à sensação estranha de que um dia acordamos e já não vale a pena a barba, o banho e o café se transforma numa liberdade poética. Porque depois de uns dias de circunstancial mas deliciosa abstinência de notícias e quando os únicos ecos que me chegavam durante as férias tinham a ver com a euforia da visita do Papa e da vitória «lampiona», começamos a ler e a ouvir e, decididamente, nos sentimos impelidos a ralhar com toda a gente ou, em alternativa, mudar de azimute. Apesar da saudável «ausência» de Sócrates, uma criatura que, repetidamente o afirmei, já não tolero e me revira as vísceras. Parece que está de ressaca, a Guronsan e Panadol. Que lhe faça bom proveito. Só falta ser varrido. Democraticamente, já se vê. Mesmo assim, fica sempre a ideia de que somos um povo com clara tendência suicidária já que, regularmente, chamamos a tralha socialista que, no poder, se entretém a esboroar o país e a aprimorar a sua (natural born) ingovernabilidade. E, desta vez, não o deixa de tanga, deixa-o roto.

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