sexta-feira, maio 11, 2007

Papilas perigosas



Outros perigos não especificados e ainda não catalogados pelos fiscais do nosso bem estar - sexo oral no Alaska!


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Não chegavam os malefícios do tabaco (activo e passivo), o colesterol e a bilirrubina, a gordura ventral, celulite e o mercúrio do peixe-espada. A carne vermelha, as batatas fritas, burgers, pizzas e o sexo seguro. Agora
descobriram que as nossas gargantas andam cheias de papilomavirus e porquê? Sim, porquê? Sexo oral. Nem mais. Quem nos manda a nós ter papilas na língua e vírus malandros que saltitam entre os genitais da rapaziada? Bem que a geração de sessenta e setenta se cuidava e “poucavergonhices” só com as mulheres mal comportadas. Pagando, claro. Namorada era para dar a mão e ir mostrá-la na matiné e lá iam as nossas papilas sobrevivendo sem ataques virais por razões tão obnóxias como o sexo oral.

Pois, agora é um cientista americano que descobriu a mama, I mean, a trama. Eles (os vírus) estão aí, pelo que daqui para a frente, sexo oral sim, mas. Entenda-se, com preservativo. Está lá,
no finzinho do artigo do DN. Um dia destes vão descobrir que há vírus que se alojam no sabugo das unhas, vão por mim. Nada que um par de luvas não resolva.


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