quarta-feira, março 07, 2012

My name is Nelson RepreZas

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My name is Bond. James Bond, James Double O Seven. Esta era a categórica apresentação do mais Bond de todos os Bonds que existiram. Numa versão mais «brega», havia o Mr. Koos. James Koos, James Double O, Esse.

Pois bem, por mim, my name is Reprezas, Nelson Reprezas, Nelson Ar-i-pi-ar-i-zede-ei-esse. Não é coisa que meta medo ou inspire deferência por aí além, não lembra «magnums» automáticas, Aston Martins anfíbios, steel sharky teeth nem sequer, oh! miseranda realidade, nomes de Bond girls como Honey, Kiss, Pussy, Plenty, Tilly, Holy, Stacy, Tracy, Aki, Rosie, Bibi, Lupe, Magda, Pola, Kara ou Jynx. Eu é mais, Marisas, Andreias e Cátias Vanessas, não conduzo propriamente um Aston Martin mas, que diabo, modesto mas honrado. Isto de gradualmente me acentuarem o Nelson e mudarem o «Z» do Reprezas para um «S», por decreto, tira-me do sério e desperta o Bond adormecido que me jaz nas entranhas.

Tudo começou com um Nelson futebolista que passou a ter direito a acento no «E». Mais tarde o RepreZas passou a RepreSas, sem me pedirem autorização ou perguntarem nada e sem respeito por uma honrada e diligente cidadã galega que há seis gerações atrás me deu o nome. Daí para a frente, os «Nelsons» acentuados (aportuguesados?) passaram a desfilar com o irritante acento agudo e eu começo a sentir-me tirado do sério. Acento… por alma de quem? Mesmo em versão portuguesa, por que carga de água o «E» não pode permanecer como veio ao mundo?

Isto vem a propósito da capa de hoje do Correio da Manhã, o PPM está exultante, há um Nelson engenhoso que sela a vitória do «esselbê» contra os russos. Li a coisa e apetece-me puxar a minha parabellum, encostá-la ao nariz de alguém e sussurrar em voz cava, num tom daqueles que metem um medo imenso. My name is Reprezas, Nelson Reprezas, no éccênte, é que nem tente!
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segunda-feira, dezembro 03, 2007

Lava-pés


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Entre a excitação histérica de Daniel Oliveira a falar de gente com quem ele acha e decide que se pode polemizar e a visão angustiante da Fernanda Câncio a beijar pés aí pela Blogosfera, resta-me concluir que não faço a mínima ideia de como é que a coisa começou e desataram a chamar nomes ao AAA do Insurgente. Com a particularidade de lhe chamarem nomes feios e dizerem que ele é que é o mal educado e do CAA nos ensinar o que é uma perseguição Ad hominem.

Com tudo isto, li e reli AAA à procura duma travessura ou má educação, mas confesso que não descobri. Logo, ele é mal educado e eu sou estúpido, só pode.

E agora saio de mansinho que isto não é nada comigo. Vou ali ensinar o RAF a escrever meteorologia para sossegar a Alice e já venho.
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