Começaram os dias mais pequenos

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Começou ontem o Verão. Há uma incompreensível magia no registo do solstício de Verão, o que representa uma tremenda injustiça para as outras estações do ano, cada qual com as suas virtudes, belezas, os seus perigos e mistérios. Nem melhores nem piores que os do Verão. Mas o Verão de certo modo simboliza a civilização ocidental que reage e funciona nos pressupostos de uma região geográfica habitualmente fria onde os cidadãos, naturalmente, esperam e celebram o calor. Esquecendo as realidades climáticas do resto do mundo e marcando o passo na dinâmica das estações do ano.
Os ingleses, como habitualmente tinham de ir um pouco mais além em matéria de marcar o passo nas coisas e os solstícios, afinal, não poderiam ser excepção. E é assim que tinham de ser eles a ter um monumento megalítico no qual se pode observar que a 21 de Junho de cada ano o sol nasce exactamente sobre a pedra principal de Stonehenge.
Por mim, homem caldeado em penumbras, névoas, morning mist, conforto do frio e o brilho fotográfico do sol do inverno, registo com satisfação o dia em que, de novo, os dias começam a ser mais pequenos. Hoje o dia já foi mais pequeno que o de ontem. E nestas andanças climáticas não posso, como habitualmente, deixar de saudar a minha boa amiga Ana. Porque em matéria de verões e de calores somos farinha do mesmo saco.
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Começou ontem o Verão. Há uma incompreensível magia no registo do solstício de Verão, o que representa uma tremenda injustiça para as outras estações do ano, cada qual com as suas virtudes, belezas, os seus perigos e mistérios. Nem melhores nem piores que os do Verão. Mas o Verão de certo modo simboliza a civilização ocidental que reage e funciona nos pressupostos de uma região geográfica habitualmente fria onde os cidadãos, naturalmente, esperam e celebram o calor. Esquecendo as realidades climáticas do resto do mundo e marcando o passo na dinâmica das estações do ano.
Os ingleses, como habitualmente tinham de ir um pouco mais além em matéria de marcar o passo nas coisas e os solstícios, afinal, não poderiam ser excepção. E é assim que tinham de ser eles a ter um monumento megalítico no qual se pode observar que a 21 de Junho de cada ano o sol nasce exactamente sobre a pedra principal de Stonehenge.
Por mim, homem caldeado em penumbras, névoas, morning mist, conforto do frio e o brilho fotográfico do sol do inverno, registo com satisfação o dia em que, de novo, os dias começam a ser mais pequenos. Hoje o dia já foi mais pequeno que o de ontem. E nestas andanças climáticas não posso, como habitualmente, deixar de saudar a minha boa amiga Ana. Porque em matéria de verões e de calores somos farinha do mesmo saco.
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Etiquetas: solstício



