segunda-feira, janeiro 24, 2011

Esmiuçar


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Ricardo Araújo Pereira não sabe, ou não percebe, mas é claramente um humorista do regime. Daí que paute o que diz, a sério ou a brincar, pelos superiores interesses do mesmo. Está há uns quantos minutos a dizer (Governo Sombra na TSF), desta vez a rir porque o riso é supostamente o mundo dele, que está preocupado com o que vai acontecer a este povo, porque Cavaco foi eleito com o menor número de votos de sempre. Entre uma galeria de argumentos de que nem Catilina ousaria lembrar-se e que não vale a pena repetir. Esta parte do menor número de votos de sempre não foi bem a rir, Ricardo diz isto a sério e convencido do que está a dizer.

Também disse que votou em Alegre. Porquê? Porque, olhando para os candidatos, Alegre era o democrata. E, por isso, Ricardo votou no democrata. Julgo que RAP nasceu já depois de umas quantas tropelias democráticas que Alegre levou a efeito, mas isso não conta. RAP acha que Alegre é um democrata e pronto. Mesmo que seja por ouvir dizer. Ou porque leu uns poemas. Ou uns livros. E isso para ele, chega. Quanto às tropelias democráticas de Alegre, eu poderia «esmiuçar» aqui a RAP algumas delas. Mas não me apetece. Ele que leia mais. Que esmiúce.

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10 Comments:

At 4:57 da tarde, Anonymous Anónimo disse...

http://publico.pt/Política/cavaco-e-o-presidente-eleito-com-menos-votos_1476752

Se calhar é porque é verdade...

 
At 5:05 da tarde, Blogger Espumante disse...

Anónimo

Em que parte do post eu digo que é mentira? E se fosse, aí está um outro digno representante de humor do regime, Público de seu nome, que não quis deixar os seus créditos por mãos alheias... E se a TSF ainda não disse o mesmo é porque deve andar distraída.
Para a próxima, caro anónimo, conviria ler o post com mais atenção!

 
At 9:29 da tarde, Blogger papoila disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

 
At 9:36 da tarde, Blogger papoila disse...

Nelson, desculpa enganei-me e tive que apagar o comentário anterior!

Cá vai ele rectificado:

Não valeria a pena esmiuçares as "Alegres tropelias democráticas"....estou convencida que ninguém convence ninguém de coisíssima nenhuma, cada um só vê o que quer ver e para acabar em beleza :todos votam no "menor mal"!!!
Assim vai ser muito dificil descobrirmos qual será a verdadeira COR deste País.
xx

 
At 9:58 da tarde, Anonymous Anónimo disse...

"Esta parte do menor número de votos de sempre não foi bem a rir, Ricardo diz isto a sério e convencido do que está a dizer"

Porque é que não haveria de estar, se é verdade? Não percebo.

 
At 10:03 da tarde, Anonymous Anónimo disse...

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=1765016

O DN também representa o regime?

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=464627

E o Jornal de Negócios?

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=9891

E o Sol?

http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/cavaco-e-reeleito-com-menor-numero-de-votos-da-historia-de-portugal

E a Exame?

Qual é o problema de alguém, baseado nos factos, dizer que o Cavaco foi eleito com o menor número de votos de sempre?

 
At 8:25 da manhã, Blogger Espumante disse...

Papoila

Por isso mesmo é que não esmiuço. Quem quiser que esmiuce :)

 
At 8:27 da manhã, Blogger Espumante disse...

Anónimos

Remeto para o meu comentário ao primeiro anónimo que, presumo, poderá até ser o mesmo destes. Acho que o meu pequeno post não foi lido com a atenção devida.

 
At 10:11 da tarde, Anonymous Muxanga disse...

Os anónimos deste país podem citar sistematicamente todos os jornais que quiserem. Estarão, tal como os jornais que citam, a atirar areia para os olhos do santo povinho. A escola foi muito boa.
O que espanta nesse comentário do RAP é que o mesmo apoie um indivíduo que, quando foi chamado a defender a sua pátria, tenha simplesmente fugido com o rabo entre as pernas. Ah! Já sei, estava à espera da chegada dos amigalhaços dos Urais para controlar o povinho.

 
At 7:07 da manhã, Blogger Espumante disse...

Muxanga

às vezes a rapaziada sabe de factos. Mas há alturas em que se lhes dá o apagão. Em nome das suas profundas e firmes convicções. Ou em nome do porque sim!

 

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