quinta-feira, setembro 07, 2017

As blocas ainda não se lembraram disto...



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Está aí o Eco-sexo. Já um dia destes vi por aí um par de malucos que se apaixonou por um brócolo e resolveu adoptá-lo. O brócolo encontrou um lar feliz e o casal nem se fala. E devem ter ido a correr a uma loja de agro-químicos comprar produtos azotados, fosforados e potássicos para lhe assegurar uma boa alimentação. Mais uns aminoácidos ou, até, alguns oligoelementos para o brocolinho não morrer de fome e para que não murchasse depressa. Quem sabe lhe terá dado banho com “vacinas” que lhe previnam a alternaria, o míldio ou mesmo alguma xantomona.

E quando eu julgava que este era uma caso isolado de um par de malucos a adoptar um brócolo, eis que surge o Eco-sexo. Em traços largos, as pessoas, rebolam-se na lama, lambem árvores e esfregam-se na erva. Nus, está bem de ver. Fiquei sem saber se as pessoas também se esfregam e rebolam umas nas outras ou se é só na lama e nas ervas e se só lambem as árvores.

Não li o artigo todo, porque tenho uma planta linda aqui ao meu lado, junto ao computador e não quero começar a olhar para a planta de soslaio, inundar-me de maus pensamentos e ter vontade de lhe dar uma trinca carinhosa… mas acredito que a rebaldaria da lambidela nas árvores e as reboladelas nas ervas e na lama sejam meros preliminares. E, pour cause, as mulheres devem muito provavelmente incrementar o cultivo das cenouras, dos pepinos ou mesmo das cherovias da Covilhã. Já os homens… fenece-me a imaginação. Mas um dia destes rebolo-me por aí num milharal, num campo de morangos ou, mesmo, no mato agreste duma “anhara” angolana, fantasio com um par de maboques e alguma coisa me há-de vir à ideia.

It’s a mad, mad, mad world, lá diz a canção.

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1 Comments:

At 10:35 da manhã, Blogger Isabel Silva disse...

eu penso que a história do bróculo era a gozar e era falsa, mas não tenho a certeza

 

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