sábado, julho 27, 2013

A «luta dele»


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Aqui estaria uma boa oportunidade para os professores em geral se assumirem como uma entidade de maior influência e responsabilidade cívica e consagrarem um módico de respeito que frequentemente desbaratam. Bastaria que pusessem este indivíduo na ordem, esta espécie de Che de bigode aparado à ribatejana curta, sonegando-lhe o apoio para este tipo de iniciativas. Porque nenhuma luta tem a prerrogativa de jogar com o futuro de crianças, de desrespeitar a vontade e os desígnios dos pais que não têm dinheiro para pôr os filhos no privado e, muito menos, de manipular a formação de crianças ao jeito de um qualquer revolucionário cubano, colombiano, boliviano ou nicaraguense.

Há anos que Mário Nogueira se diverte exercendo a luta dele, porque da luta dele se trata, usando aqueles que diz representar. E mal vai a classe dos professores em não se aperceber, (ou não querer aperceber-se) disso. E, já agora, o cortejo de idiotas úteis que lhe acham, a Nogueira, muita graça.
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1 Comments:

At 8:44 da tarde, Blogger papoila disse...

Em gíria facebookiana não entendo como é que ele ainda tem fãs...:)))
xx

 

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