Eu acho que um mês ainda é de mais
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A cordata e suave Ministra da Educação perdeu a compostura. A manifestação do ensino privado saiu da alçada da senhora ministra e configura um caso flagrante de manipulação de criancinhas. Parece que os pais não devem levar criancinhas às manifestações porque é indigno e manipulativo. A não ser que sejam organizadas e enquadradas por professores modernaços e pelo Bloco e comecem a atirar tomates aos ministros, como há bem pouco tempo atrás. Mas assim, não. Gente da privada, com meninos que andam em escolas que fazem lucros altíssimos (horrível esta alergia aos lucros altíssimos, ainda se fosse para pagar salários a um jovem diligente que vá buscar o Figo a Itália para um pequeno-almoço de trabalho ainda que vá que não vá), a gerarem lucros, lucros, assim altíssimos, lucros, ná!
Eu não entendi bem as razões da manifestação. O que ressalta é este fervor incontido da nossa rapaziada governativa pelo ensino público. Porque o privado, diz a cartilha tem lucros altíssimos.
Houve aquela blague conhecida dum progressista da nossa praça que há uns anos foi à Suécia dizer que queríamos acabar com os ricos em Portugal, tendo-lhe sido respondido que na Suécia, ao contrário, queriam acabar era com os pobres. Isto agora vai dar mais ou menos no mesmo. O que interessa é que cheguemos à universidade a contar pelos dedos e a escrever e falar como escrevemos e falamos.
Mário Nogueira da Fenprof e aquele inenarrável chefe da comissão dos pais (é assim que se diz?) puseram-se de imediato «salivando» (desculpe lá Santos Silva, mas esta agora «encuquei») ao lado da ministra. Talvez fosse tempo destas duas obscuras criaturas «alçarem» para outra. O povo agradecia.
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…avalio bem o que deve haver pelo armazém. E o armazém é um programa anunciado para logo à noite na SIC, «feito por crianças. Para sabermos o que as crianças pensam». E na apresentação do programa (assim uma espécie de letselucatdetreila à boa maneira do Laurodérmio), aparece uma repórter de voz melíflua e aparentemente acometida de tripanossomíase a fazer perguntinhas às criancinhas (deviam ter dito meninos, como agora se usa). E as perguntas são fantásticas. Uma delas queria saber o que é que o menino gostava de dizer ao engenheiro Sócrates e o menino dizia que gostava de dizer para não falarmos tanto da crise na televisão senão as pessoas ficam muito deprimidas e depois ainda é pior. Outra pergunta que me lembro de ter ouvido, eu seja ceguinho… foi porque é que o menino acha que há ricos e há pobres. O menino respondeu prontamente: - Não sei. Mudança de plano e o menino responde. Porque há uns senhores mais distraídos e quando ganham os dinheiros estão mais distraídos e depois os outros senhores se eles estão distraídos levam mais dinheiro do que aos outros que não estão distraídos.
Há mais pérolas do género, mas uma pergunta se perfila desde já; - Será que endoidámos de vez? E não varrem esta gente?
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… e não tragam facas nem pistolas. Preservativos, temos cá. Peçam aos paizinhos para não virem cá bater nos professores nem pôr cadeados nos portões que é um mau aspecto. Podem fumar de vez em quando, mas cigarros não. Quando cá vierem os senhores do Bloco, vejam se não faltam. Há uma coisa que se chama estatuto do aluno que podem ir ler, se não entenderem não há problema que o Sr. Mário Nogueira depois explica. Se a professora vos quiser tirar o telemóvel não lhes batam porque depois vem no U Tube e assim e há sempre um de vocês que se ri e diz “olha a velha”. Não se diz preto nem cigano. Monhé e paneleiro também é chato, se não souberem como dizer perguntem aos senhores do Bloco. Finalmente não se peguem ao estalo e se se lembrarem vão ao Google ver quem é o Saramago, porque têm de ler o Memorial do Convento. E agora ide e se tiverem tempo estudai um bocadinho que há para aí uma gente que se anda a lembrar de vos chumbar se vocês não souberem nada, ou lá como é que é.
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De um lado temos a boníssima Isabel Alçada a explicar, com diligência, como é que pretende acabar com os chumbos das criancinhas. Não é bem acabar… assim por decreto… é acabar… criando o meios necessários, os métodos, a consciencialização, a intervenção alargada… abrangente… a participação dos pais, dos professores, dos elementos da educação (incluindo o governo, está bem de ver), a criação duma qualquer coisa, que não me lembro assim muito bem, pro-activa e que permita, no curto prazo, acabar com os chumbos, «quer-se dizer», não se decreta o fim dos chumbos, que Alçada não gosta de «facilitismos», gera-se um campo, uma plataforma de entendimento, estabelece-se um campo de exigências e objectivos que.
Por outro lado, as notícias matinais da televisão mostram o grande êxito do momento. Dezenas e dezenas de festas, bailaricos de rua e outras funções dançantes onde os pares rodopiam e cantam com alacridade um estribilho, no qual se pergunta quem é o pai da criança. E cantam e dançam e riem, sobretudo riem imenso quando chegam à parte quem é o pai da criança, e a repórter indaga e os pares, rindo, rindo muito, dizem que não sabem quem é o pai da criança, eh eh eh eh, lol, lol e eh eh eh, enquanto um sujeito rubicundo com ar de angariador de pessoal para a campanha do morango na Andaluzia diz para a repórter, circunspecto, que não se sabe quem é o pai da criança. Numa parte da sua intervenção televisiva diz que não se sabe quem é o pai nem quem é a mãe, eh eh eh eh e lol, lol e lol. A repórter, cumprindo a sua missão, vai saltitando entre os pares fazendo a pergunta – ninguém sabe quem é o pai da criança. Finalmente, uma criança. A repórter pergunta: - E tu? Sabes quem é o pai da criança? A criança olha de soslaio, responde; Nããão. E gostas da música? - Siiiim. E gostavas de saber que é o pai criança? – Simmmm.
Vamos parar longe, vamos. E o mais grave é que um dia destes damos connosco a pensar, olhando para o nobre povo, nação valente e imortal, quem será o pai desta criança?
Na minha rua mora uma sopeira
Tem 20 anos e ainda não namora (x2)
Aqui à dias apareceu inchada
Ai coitadinha, está perto da hora (x2)
Mas quem será, mas quem será, mas quem será
O pai da criança
Eu sei lá, sei lá
Eu sei lá, sei lá
Mas quem será, mas quem será, mas quem será
O pai da criança
Eu sei lá, sei lá
Eu sei lá, sei lá
Mas quem será o atrevido
Que nesse dia pela porta entrou (x2)
Maldita a hora que a patroa descobriu
O malandro do patrão com a sopeira dormiu (x2)
Mas quem será, mas quem será, mas quem será
O pai da criança
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