terça-feira, outubro 12, 2010

Porque é que Santana Lopes foi despedido, lembram-se?

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Alguém é capaz de, hoje e em consciência, me fazer um desenho sobre as razões que levaram Sampaio a despedir Santana Lopes? O mesmo que hoje apela, sem riso nem pigarro de embaraço, a continuação de Sócrates e dos seus rapazes à frente dos destinos do país? Como ontem fez…

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4 Comments:

At 9:12 da manhã, Anonymous Vitor Correia de Azevedo disse...

Não entendo esta falta de memória. O Santana Lopes foi completamente inábil na função de Primeiro Ministro. Por isso, pediu a demissão do cargo. Qual a razão para os "santanetes " voltarem a falar do assunto? Já estão a "fazer a folha" a Pedro Passos Coelho? Assim, com este tipo de atitudes, o PSD não vai a lado nenhum.

"O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, chegou hoje ao Palácio de Belém por volta das 12h00 para apresentar ao Presidente da República a demissão formal do XVI Governo Constitucional.
Santana Lopes apresenta a Jorge Sampaio os argumentos para a demissão do Governo (Inácio Rosa/Lusa)

A decisão de Santana Lopes foi tomada um dia depois de Jorge Sampaio ter tecido fortes críticas à actuação do Governo de coligação PSD/CDS-PP, acusando-o de "sucessivos incidentes e declarações, contradições e descoordenações que contribuíram para o desprestígio das instituições em geral".

13/12/2004- "Público"

 
At 9:23 da manhã, Anonymous Vitor Correia de Azevedo disse...

Mas concordo com Espumadamente. É estranho Santana Lopes achar que o Governo deve continuar. Talvez PSL também reconheça que ele, em 2004, foi "bem despedido".Caso encerrado.

 
At 7:30 da manhã, Blogger Espumante disse...

Vítor Correia de Azevedo

As suas considerações são naturalmente respeitáveis e pertinentes. Limitei-me a considerar que tudo o que tenha eventualmente levado Sampaio a despedir Santana parece agora uma brincadeira de crianças, se comparado com a trampolinice corrente. E falta de seriedade!

 
At 11:28 da tarde, Blogger Afonso Parreira disse...

Pedro Santana Lopes foi despedido porque publicou uma lei para acabar com as Parcerias Publico Privadas, então na versão SCUT
(Resolução do Conselho de Ministros n.º 157/2004, de 5 de Novembro)

 

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