quarta-feira, janeiro 17, 2007

Ser-se puto


[1487]

Este texto está delicioso, como aliás outros a que a sua autora nos habituou. Mas, desta vez, discordo um bocadinho. A figura do homem (do indivíduo masculino, mesmo) em permanente escrutínio do posicionamento da mulher na sociedade e o crivo da sua (do homem) análise a condicionar a natureza da mulher moderna é um tema já algo estafado e que, em meu entender, releva de uma inexplicável necessidade de afirmação da mulher. Ora nem os tempos são já assim a exigir um permanente update da afirmação da mulher nem as mulheres inteligentes precisam de o fazer. Basta-lhes ser como são para que se imponham por si próprias, sem necessidade dos artefactos que a Rititi menciona. As coisas mudaram um bocadinho, Rititi. E para aqueles e aquelas para quem a situação não mudou, pois bad luck para eles e que lhes faça bom proveito.

No resto estou contigo. É uma delícia ser-se puto toda a vida. Até porque ser-se puto é uma ciência. E uma absoluta manifestação de maturidade. E parabéns pelos 32 quando eles chegarem!

2 Comments:

At 4:18 da tarde, Blogger AlfaBeta disse...

Todos temos uma criança dentro de nós, e a minha é muito grande ehehehe

 
At 7:10 da tarde, Blogger rititi disse...

Tens todinha a razão, as coisas mudaram e para bem. Mas queixar-me de "permanente escrutínio do posicionamento da mulher na sociedade e o crivo da sua (do homem) análise a condicionar a natureza da mulher moderna" (não sei dizer isto de repente)não afirmação é doida. Estas coisas, imagina, acontecem-me e acho que vivo rodeada de gente normal.
De resto, olha, és o máximo. Pronto.
Beijos aos molhos

 

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