sexta-feira, agosto 02, 2013

In vino veritas



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À atenção dos parceiros sociais. Nenhum trabalhador poderá nem deverá alhear-se da essência (hic) da coisa. Aconselha-se aos patrões (hic) o mesmo estado de espírito (hic). E seremos todos mais felizes (hic), contentes, melhores cidadãos, melhores hic) chefes de família e (hic) veremos reforçados os nossos direitos adquiridos (hic), a liberdade de bebermos um copo quando nos apetecer e as garantias de não podermos ser despedidos (hic).
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terça-feira, junho 04, 2013

Back to basics




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De regresso à terrinha. Aos sindicatos. Aos sindicalistas. Às greves. Aos arruaceiros profissionais. Aos preguiçosos. Aos intelectuais de marmita. Aos noticiários idiotas e manipuladores. Ao Mário Nogueira (a propósito, vou de uma terra que precisa de professores como de pão para a boca e vai contratando professores oriundos de países onde não há idiotas vociferando que estão a dizer aos portugueses para se pirarem, e andam realizados trabalhando com afinco e ganhando bom dinheiro). Ao Arménio. Às manifestações que andam em maré de poucochinho, a penúltima porque estava frio e a última porque estava calor, eu seja ceguinho... eu li!). Às patetices de Soares e ao seu séquito de jacobinos. Ao Seguro que, coitado, até parece um rapaz sério mas não sabe para onde se virar. Aos espasmos telúricos da Constança Cunha e Sá. Ao professor Marcelo que inventou a expressão «bastante inútil» (eu, a ele, patenteava a coisa), referindo-se ao ministro das finanças. Ao «Eixo do Mal» para ouvir «desvairo» em pedromarqueslopês. Ao reino do absurdo, enfim. Lá vou eu. Tão absurdo como o reino. Porque, aqui e ali,muitas vezes penso o que é que ando por ali a fazer.
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terça-feira, maio 28, 2013

Duty calls


[4908]

Vou ali e já venho. Se a pressurosa deputada europeia Ana Gomes e a família Soares não se chatearem muito...

De volta na próxima semana.
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terça-feira, dezembro 21, 2010

Do not disturb. Ou, em bom português, vão chatear o Camões


A1 - Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu (clicar na foto)

[3997]

«Prontes». Começou o Natal a sério. À medida que as circulares internas das empresas e repartições vão circulando avisando os trabalhadores (!!!) das tolerâncias de ponto de 24 e de 30, os corredores dos escritórios vão ficando mais movimentados e as secretárias mais vazias. As saídas de Lisboa estão cada vez mais cheias de «lisboetas» que odeiam Lisboa e que, por isso e por ser Natal, vão à terra fazer as festas. Nunca se prive um «lisboeta» de ir à terra nas festas.

Nas empresas, assuntos que se pretende fiquem arrumados antes das festas vão ficando arrolados para depois das festas. Porque as pessoas já não estão nos locais de trabalho. Os telefones tocam indefinidamente, sem resposta, ou são atendidos por gente apressada que diz que a colega já não está e não sabe quando volta. À medida que a correspondência electrónica oriunda de outros países se avoluma no computador, mais difícil se torna dar-lhe vazão. Porque o seguimento local não é mais possível. As pessoas já não estão, as que estão não sabem do que se trata e as que estão e sabem do que se trata não podem porque o senhor Filipe não veio, o senhor Ventura já foi de férias ou a chefe hoje não veio e não se sabe se vem amanhã.

Ninguém faz nada já em Lisboa. As pessoas pensam nas compras, na viagem à terra, no vestido para o fim do ano ou que bem que podia ir menos gente lá a casa comer o bacalhau da consoada que a vida está que não se pode e já não há paciência para aquela tia que está meia xexé. Trabalhar é que já não. O trabalho é, já a partir de ontem, um factor extrínseco ao dia a dia do lisboeta que retruca mesmo, com má catadura, a quem ousa levantar questões que tenham a ver com tarefas relativas ao trabalho. Há exemplos absolutamente difíceis de entender não fosse o conhecimento que hoje tenho dos trabalhadores, esta espécie estranha que trabalha por definição, balda-se por índole e organiza-se a preceito sempre que é preciso vir para a rua berrar que a luta continua. Não lhe quebrem é o ritmo. Que isto de querer resolver assuntos dois ou três dias antes do Natal já não dá com nada. No fundo, toda a gente se encontra já a comer rabanadas. É isso. Uma rabanada. Bora lá!


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domingo, junho 21, 2009

Volto já


[3201]

Por força de ainda não me ter saído o Euromilhões e de não saber fazer mais nada, vou ali e já venho.

Este blogue (para os mais distraídos, «blogue» já não dá erro no corrector ortográfico. E, já agora, «corrector» também não dá. O que é óptimo. E olha… «óptimo» também não. Eu bem digo que o melhor é deixar tudo como está) ficará assim mais ou menos a tracejado até praticamente ao fim do mês.

Boa ficagem para todos, trabalhem muito e bebam muitos líquidos que o calor está a apertar.

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terça-feira, setembro 25, 2007

Vou ali e já volto




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Coisa rápida
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