Dos senhores Baetas ou das águas «sobreterrâneas»
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O manifestante/protestante cumpriu a sua obrigação. Marchou, berrou, chamou mentiroso a Sócrates e regressou ao autocarro de luxo que esperava por ele na 24 de Julho, estacionado em filas de mais de duas centenas de autocarros que reduziam a circulação a uma faixa para os pobres automobilistas que não se manifestaram nem protestaram e queriam apenas seguir o seu caminho.
O manifestante/protestante, em magotes de várias dezenas, presume-se que cada magote correspondia a um autocarro, ria desabridamente enquanto numa mão segurava um estandarte e na outra fazia prodígios de equilíbrio com uma «sandxe e uma mine». As mulheres, essas, ostentavam gelados de pauzinho. Caído sem querer no caos, observei a cena e gerei sérias dúvidas que o manifestante/protestante tivesse uma páilida ideia do que estava ali a fazer. Disciplinadamente, o manifestante/protestante berrou, cantou e chamou mentiroso a Sócrates. Por entre «abaixos» ao capital e aos poderosos. Agora regressava a casa e tenho a certeza que logo que os autocarros iniciassem a marcha de regresso, puxaria do telemóvel e avisaria a família e os amigos para os verem logo na «telvisão».
De um ponto de vista meramente filosófico e correndo o risco de presunção, achei aquele cenário estranho e inquietante. Estranho porque estas manifestações fazem cada vez menos sentido, e inquietante porque os mentores destes estados de alma, (sucessivos governos venais, populistas e reconhecidamente incompetentes e sindicalistas vitalícios da paróquia) colaboraram decidida e objectivamente para o caos e para os desmandos do rebanho, inculcando-lhe também uma visão distorcida dos direitos e dos deveres de cada qual no mundo do trabalho enquanto o país atravessa uma das suas maiores crises de sempre, com mais de 600.000 desempregados.
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