segunda-feira, agosto 27, 2012

«Prontes»! E é isto!

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«Prontes»! E é isto! Passa por ser muito inteligente. E altamente qualificado no seu mister, sendo que, neste caso, julgo que a referência será a economia, matéria em que Louçã dá aulas.

Tenho dificuldade em entender como se cria este tipo de dados adquiridos. Por mim, acho que um homem muito inteligente e altamente qualificado terá o discernimento suficiente para pôr de lado a vertente trapaceira e as raivinhas incontidas contra tudo o que mexe e difira do seu pensamento. Um homem inteligente aceita a discussão, debate e privilegia as boas maneiras para fazer prevalecer as suas ideias. Louçã não faz nada disso, Truculento, raivoso e belicoso, nada diz ou faz que não seja através de primária demagogia tal qual se usa para gente idiota, que é o que ele gostaria que os portugueses fossem por muitos anos e bons. Louçã não quer o poder. Muito menos saberia o que fazer com ele. Verdade seja dita que também não sei bem o que ele quer, não sou psicólogo, sociólogo ou antropólogo.

A tragédia decorre do facto de nem ele próprio, provavelmente, saber. A sua grande realização pessoal é acelerar pela via tortuosa da estupidez humana ou das idiossincrasias estranhas que algumas elites portuguesas insistem em demonstrar como tique de bom-tom, quais sejam, por exemplo as de achar que este é um homem muito inteligente e muito, altamente, qualificado. Por mim, continuo sem saber porquê. Sei que incomoda muito e atrapalha ainda mais. E consegue o milagre de ter uma comunicação social pateta e patética que vai a correr atrás dele sempre que ele dá um pum. Coisa que, presumo, lhe aconteça com a mesma inevitabilidade com que acontece às pessoas.
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segunda-feira, outubro 18, 2010

Terrorismo verbal, impunidade



Neste terrível "Falling Down" (um Dia de Fúria), de que este vídeo mostra a inesquecível cena do restaurante de "fast food", Michael Douglas acaba mal. Mas também, não tinha a comunicação social a fazer claque

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Já hoje ouvi Louçã vezes sem conta. Por qualquer razão que me escapa o homem tem microfone e câmara a toda a hora, mesmo que seja para proferir uma série de dislates acompanhados de uma verborreia própria de um terrorista, que hoje estaria a fazer bem melhor figura nas ruas de Paris a partir umas montras do que a exibir o seu aspecto engomado a chamar assaltantes aos banqueiros, a falar de roubalheiras e a fazer umas contas à maneira dele, segundo as quais os bancos meteram ao bolso milhares de milhões de Euros. Sem embargo da verdade que possa subjazer nestas afirmações, eu gostaria de conhecer os limites, se os há, de um deputado em fazer afirmações deste jaez. Porque se eu for à rádio ou à televisão acusar alguém de ser assaltante ou afirmar que alguém cometeu uma roubalheira, pode muito bem acontecer eu ser processado e não preciso sequer que se me dilatem as pupilas ou as veias do pescoço.

Este homem tem o condão de nos conseguir partidarizar a favor do que ou de quem esteja contra os seus cânones de julgamento. Tal o paroxismo que o invade e possui de cada vez que lhe metem um microfone à frente. Quanto à comunicação social, reconheço o factor não despiciendo de muitos dos seus jovens licenciados se terem formado num adequado caldo de cultura aos extremismos do Anacleto Louçã (um excelente professor de Economia, é dito com frequência, como se pretendesse justificar o seus desmandos) ou a convicção ideológica (por muito anquilosada que eu a julgue, mas quem sou eu para julgar jornalistas…) dos jornalistas menos jovens. Mas alguém lhes deveria ensinar alguma coisa e dar-lhes um curso intensivo de sentido da proporcionalidade. Para que não se esquecessem que o Bloco tem uma percentagem mínima de eleitores, muito, mas muito longe da importância que a comunicação social lhe concede.
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sábado, março 13, 2010

Case study?


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Ando definitivamente sem paciência para Louçã. O homem continua a usar de uma pesporrência intragável em cada vocábulo e ademanes que usa. Ainda agora a propósito do PEC, irritou tanto, mas tanto, com aquele arzinho de menino Zequinha malandro, ladino e malcriado e com a Famel Foguete com os errrrrrrres a fundo, que eu diria que é a única pessoa ou coisa que me consegue despertar um niquinho de simpatia pelo Partido Socialista. O que é absolutamente trágico para os meus princípios e bem para lá da minha compreensão.

Se Sócrates soubesse o bem que lhe faz (a ele, Sócrates) ouvir Louçã a falar mal dele (ele, Sócrates) acho que o contratava para ele (ele, Louçã) falar mal dele (ele, Sócrates) todos os dias.

Não há paciência para semelhante(s) criaturas (s), mas haver quem consiga fazer-me despertar simpatia por Sócrates é um verdadeiro case-study que eu um dia gostaria de explorar. E agora vou ali à farmácia comprar Kompensan. Abusei e escrevi Sócrates e Louçã demasiadas vezes. E tudo assim, como dizer, muito de repente…

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quarta-feira, outubro 07, 2009

Apohipercretifúria


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Um dia destes aquela jugular de Louçã, rebenta. O diabo seja surdo, que não desejo a morte de ninguém, mas o homem arrisca-se, sobretudo quando afivela aquela máscara conjunta de apoplexia e hiperactividade da tiróide. Louçã tem de despejar os seus ódios intestinos regularmente. Tal como o comum dos mortais passa as águas matinais ao acordar, Louçã tem de descarregar aquela fúria aos capitalistas ladrões (palavras dele) sob pena de um destes lhe rebentar uma veia.

Agora é a TAP, pela qual o Governo tinha um plano secrrrrreto, escondido durante a campanha para poder anunciar agora que quer privatizar a TAP. Logo a TAP que, segundo Louçã, tem sectores interessantes e dão lucro. Repare-se na sofisma e elegância da patetice, tem sectores, mesmo que no que conjunto dê um comboio de camiões de milhões de prejuízos.

Por mim podiam privatizar a TAP já. Ainda me lembro dela privada. Tinha uma extensa e moderna frota, incluindo 747’s, o serviço era óptimo e as tripulações de cabina eram simpáticas, competentes e eficientes. Até aparecerem os Louçãs do nosso descontentamento. Porque naquela altura, os passageiros pagavam os salários do pessoal da companhia. Agora pagamos todos. Os que viajam e os que não viajam.
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