terça-feira, julho 19, 2016

Já fazia falta


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Não consigo entender porque tenho de estar sujeito a um Zé Sá Fernandes qualquer, aka Zé Faz Falta, cujo ressabiamento desemboca no mais bacoco primitivismo de ideias, vergonhas camufladas e um complexo de qualquer coisa disfarçado em preconceito ideológico, que o faz perder o respeito pelos seus concidadãos, pela sua História e pelas suas tradições. Porque não há História boa e História má. Há História tout court e é com ela que temos de viver. E não é um fabiano qualquer que se entretém a complicar a vida a quem está, que a vai mudar. O facto de Zé Sá Fernandes embirrar com as colónias não lhe dá o direito de tentar moldar a História à medida das suas idiossincrasias ou, talvez mais fácil de perceber, à sua cretinice e parolice.

Todavia, ele não é o único culpado. Culpados são todos aqueles que não só acham muito bem como ainda batem palmas. E o que arrelia é que eles são poucos. Mas com uma militância admirável, já que normalmente levam a sua avante. E ficam impantes de alegria. Mesmo custando uma pipa de massa, como nos custaram os atrasos do túnel do Marquês, hoje por hoje um notabilíssimo melhoramento no trânsito da urbe e que o Zé Faz Falta tentou impedir a todo o (nosso) custo.


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terça-feira, setembro 02, 2014

Já ca faltava o Zé Faz Falta outra vez


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Há vários dias que se fala com mais ou menos veemência em mais uma atitude imbecil do «Zé faz falta». O homem agora resolveu embirrar com os símbolos do Império e tratou de engendrar mais esta operação mediática. Que ele de burro, não tem nada. Só tem de alguém que deve ter um espelho lá em casa igual ao da rainha da Branca de Neve e, de vez em quando, tem de lhe dar serviço. Por mim, relativamente a este episódio, já exaustivamente analisado, apenas me ocorre duas questões:

1 – O que é que António Costa anda a fazer?

2 – Como é possível este desmazelo e deixar o jardim chegar a este estado?

3 – Qual é o problema da despesa no arranjo dos canteiros? Façam as contas ao prejuízo que o Zé nos deu a todos quando das tretas que ele arranjou para o túnel do Marquês (hoje por hoje uma das mais eficazes obras da capital) e obriguem-no a pagar o tratamento das begónias. Tipo 1/3 do ordenado enquanto ele for vereador. Não paga o tremendo prejuízo que nos causou com o atraso e multas no túnel mas, pelo menos, pode contê-lo em fazer e dizer mais disparates.

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terça-feira, fevereiro 11, 2014

E não há quem lhe mostre o cartão vermelho


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O «Zé faz falta» não faz falta nenhuma. Sobretudo, sai caro. Mas há quem goste, como um tal José Caetano que é presidente da Federação Portuguesa do Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, um organismo que me faz tanta falta como o Zé.

Convenhamos que é demais. Ele é o túnel do Marquês (custou-nos milhões A MAIS) ele é searas em Sete Rios, ele é pavimentos especiais de corrida no Príncipe Real ele é, claramente, um subproduto da nossa atávica propensão para o disparate e emulação. Uma espécie de bolo daqueles em que vamos dispondo os ingredientes em camadas. No nosso caso, uma camada de gente, uma camada de iluminados que acham que vieram ai mundo para nos ensinar a viver como deve ser, outra camada de dirigentes probos e vanguardistas, que acham que o que faz falta à malta são os Zés que fazem falta. E por aí fora. Normalmente sai um bolo chocho, mal cozido, mal parido. E caro.

E com tanta falta que o Zé faz, não há quem lhe mostre o cartão vermelho!

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terça-feira, setembro 11, 2012

Socialismo sem estação fluvial

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Desta vez, à la mode de chez nous. Enquanto em todo o lado se procura melhorar as condições de trânsito nas grandes capitais, por aqui continuamos na senda das boas práticas, nem que para isso seja preciso gastar €700.000 numas «reviangas» ali ao Marquês com o único objectivo, repito, único objectivo, que eu ouvi bem o socialista António Costa, de reduzir o trânsito na cidade de Lisboa.

E manhã cedo já eu estava, entre dois golos de café e o «Bom dia Portugal», tentando perceber o alcance do «arranjo» de tráfego no Marquês, mas não era necessário, porque o nosso preclaro presidente tratou de no-lo explicar. Reduzir o trânsito. Tout court. Estimo e venero a ideia de que António Costa tenha ido de metro até ao Marquês para fazer a reportagem.

E continuamos a ser paladinos da idiotia retrógrada deste socialismo estranho que além de nos pôr de tanga tem ainda de dispor de Zés que fazem uma falta imensa e de Antónios Costas que acham que andar de carro é feio e polui muito – coisa de ricos.

E.T. Um cidadão presente ao evento, fez algumas considerações sobre a certeza de que a rotunda iria precisar de uma estação fluvial, porque era claro que da maneira que aquilo foi feito iria haver inundações, sem dúvida nenhuma. António Costa remeteu o cidadão para uma engenheira Helena Bicho que disse que, pois… havia dificuldades inesperadas… aquilo era provisório… mas também… pois… é ver o vídeo.
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sexta-feira, junho 17, 2011

O piquenique que faltava








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O Zé-faz-falta continua a fazer das dele. Agora tratou de organizar um mega piquenique em defesa da produção nacional, seja qual for a relação que a produção nacional tenha a ver com uns pastéis de bacalhau comidos ao ar livre. E, para isso, achou que o local mais indicado seria a Avenida da Liberdade. Amanhã teremos uma multidão carregada de pataniscas e arroz de pimentos, bolas e folares, quem sabe até umas febras para assar, a caminho da avenida mais nobre de Lisboa, para mais com o engodo da distribuição de cerca de cinco toneladas de frescos. Tudo em nome da produção nacional.

O Zé-faz-falta, em face de uma série infindável de protestos pela escolha do local, já veio a terreiro explicar as vantagens do piquenique e sobre o local escolhido até disse que uma vez nos Campos Elísios houve uma coisa do género. Como não disse o género da coisa e enquanto eu estava suspenso a tentar adivinhar o que teria sido… ele disse que em Lyon também ia haver. Presumo que vai haver «uma coisa» em Lyon, também.

A parolice inerente ao evento seria nada, não fosse a carga ideológica subjacente a esta idiotice. Coisa que o Zé-faz-falta maneja na perfeição. Resta dizer que não tenho nada contra os piqueniques. Coisa simpática e saudável. Mas dispondo Lisboa de locais como Monsanto, por exemplo, ficamos todos a pensar como é que a Câmara (objectivamente o seu presidente, já que muitos vereadores parecem estar contra) não se opõe aos desmandos do Zé-faz-falta que agora deu-lhe para aqui. Isto porque lhe tem que dar para qualquer lado e para qualquer coisa, de vez em quando. Nem que para isso tenha de incomodar uns milhares de lisboetas, atrapalhar o trânsito todo (desde ontem que muitos motoristas vociferam contra a ideia, alguns ameaçam até «cortar» a avenida em sinal de protesto) e, aposto, promover a danificação de muitos canteiros da avenida. Curiosamente os mesmos canteiros que ele, o Zé, diz que poderão vir a ser arranjados com fundos promocionais do Continente, que parece ser o patrocinador da iniciativa.
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segunda-feira, dezembro 20, 2010

Proposta indecente

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Há evidências perturbadoras. Se um dentista não sobreviveria num país de galinhas, um vendedor de aparelhos condicionados declararia insolvência no Pólo Norte, gostaria de saber como é que os patetas, vaidosos e que nascem com a mania que fazem uma falta desgraçada poderiam sobreviver se não houvesse capitalismo, iniciativa privada?

Não fosse o capitalismo mai-las sua malfeitorias, quem é que falaria do Zé que faz falta? Ou mesmo, quem é que saberia que ele existe?

Via Insurgente
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sexta-feira, outubro 29, 2010

A machamba do Zé-que-faz-falta


Uma ideia para o o Zé-que-faz-falta - As papoilas de Campolide

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O talhão do Zé-que-faz-falta, ali a Sete Rios /Campolide, aguarda em pousio ou esqueceram-se dele. Depois do bruaá feito com o cultivo do girassol, o terreno mantém-se agora inóspito, com mato de meio metro, e da obra restam umas tabuletas meio penduradas na vedação dizendo: Visitas - telefone tal e tal.

Isto é como tudo, cá pela paróquia. Esta rapaziada da esquerda moderna gosta de levantar uma poeira dos diabos com iniciativas meio patéticas (patetas?) e depois o resultado é este. Uns hectares de mato com umas tabuletas penduradas, no meio de Lisboa. Tudo com um aspecto de quem acabou de comer e não levantou a mesa. Está-nos nas tripas.

O Zé-que-faz-falta também comeu e não se dignou levantar a mesa. Depois do escarcéu que fez com o girassol, bem que podia dizer que ia proceder já a uma lavoura a preceito para uma sementeira de cereal de pragana (guardando a definição de cereal de pragana para um notícia posterior, o nome tem um certo impacto). Assim, como está, é que aquilo não dá com nada, vereador Zé-que-faz-falta!

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sexta-feira, abril 10, 2009

A falta que este Zé nos andava a fazer...


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Este Zé irrita-me. Aliás, parece que irrita toda a gente pela simples razão de que é profundamente irritante. Mas irritante é também o facto de me parecer que, de repente, toda a gente se irrita agora, passadas que foram algumas das mais conhecidas diatribes do Zé. Porque quando ele cedo se denunciou nas suas capacidades inatas de irritar o mais sereno dos cidadãos, toda a agente andava mais ocupada a irritar-se com Santana Lopes. As pessoas irritavam-se imenso com as sestas, ao mesmo tempo que negligenciavam os tremendos prejuízos, por exemplo, que o Zé ia causando aos munícipes lisboetas com a sua sede de protagonismo e cretinismo militante quando atrasou as obras do túnel do Marquês e provocou milhões de prejuízo a comerciantes e cidadãos em geral, apenas para dar de comer ao seu insaciável ego. Hoje, alguns anos e muitos milhões de Euros depois, o túnel está aí, demonstrando a sua grande utilidade.

O Zé não fazia falta nenhuma e apareceu em cena para irritar, complicar, dar prejuízo e fluir a sua necessidade de protagonismo, mas as pessoas andavam demasiadamente ocupadas em irritar-se com Santana Lopes.

A actual rábula do cartaz do PSD no Marquês marcou um inesperado consenso e chegou a ser deprimente ver a cara do Zé a tentar balbuciar para um jornalista quem seria o responsável por uma lei que ele interpretou ao jeito das sinapses excitatórias que pautam o seu comportamento habitual, sobretudo depois de passar pelo embaraço de até a CNE lhe ter tirado a razão.

Mas não desanimemos. Quando menos esperarmos, o Zé vai atacar outra vez.

Nota: Devo referir que pessoalmente gostaria de ver a Praça do Marquês sem cartazes nenhuns. Mas isso é irrelevante para o caso em apreço.
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terça-feira, novembro 18, 2008

O vereador da triste figura


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De "triste figura" conheci um cavaleiro. Apesar de tudo, nobre e honrado, era vítima das suas alucinações e cumpria à risca os desígnios da sua loucura. Conheci outras tristes figuras sem a honra e o brio do nobre da Mancha mas a de ontem, a triste figura do Zé, aquele que nos fazia uma falta dos diabos, ultrapassou os limites do admissível, pelo absurdo, pela falta de tutano quer no que disse quer no que tentou parecer como zelota do reino municipal da cidade.

Houve altura em que perante as investidas de Miguel Sousa Tavares receei o pior e admiti que o Zé desatasse para ali a dizer palavrões ou aos urros. Não começou. Conteve-se. Em qualquer dos casos, o Zé tornou-se um Zeca sem qualquer noção do que estava para ali dizer, por muito válidas que fossem as razões que pudessem justificar o enredo do porto de Lisboa.

Tenho de admitir que a Secretária de Estado se portou bem, com à-vontade, sabendo falar e com sentido coordenado de ideias, atributos que, como se sabe, são raros no governo que temos. Sobretudo no risível chefe da senhora que ontem, graças a Deus, estava ausente.

Miguel Sousa Tavares pareceu-me com o trabalho de casa mal feito. Sentiu-se “apanhado” com alguma argumentação técnica que ele não esperava. Daí que as suas “alegações finais” pareceram demasiadamente românticas e algo pueris. Mas teve saídas com piada, gostei sobretudo daquela em que disse que ia passear com os netos para Alcântara e diria: - "Olhem, vejam aqui o “ganho” do Zé"! Hilariante.

Fátima continua na mesma. Mal criada e sem o mínimo sentido de oportunidade. Aquela insistência junto do administrador da Liscont “têm ou não têm direito a indemnização?” e o ar complacente do tal administrador com cara de “como é que vou explicar isto a esta mulher?” valeu pelo programa.

Tudo junto e somado… fiquei na mesma. Ficou a vertente lúdica de um debate com pormenores bem humorados. Não ficou mais nada. A não ser, porventura, a ideia de que aquela Secretária de Estado faria certamente melhor figura que a do chefe lá no ministério.

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segunda-feira, junho 09, 2008

Skoda-se...


Foto roubada do Hoje há Conquilhas. A história também vem bem documentada

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… que o rendeu-se às malfeitorias do capitalismo. Selvagem, ainda por cima, já que é uma selvajaria privar os “utentes” (adoro esta dos utentes, mas vem a propósito) da Praça das Flores do seu usufruto.

A história é conhecida e está abundantemente descrita aí pela Blogosfera. Registo apenas o facto da conversão do , gorados, aparentemente, os planos sobre as corvinas e os berbigões da Trafaria.

Por aqui se vê a falta que o Zé nos fazia (e à Skoda). Não fosse o engenho da criatura e a Praça das Flores nunca seria reabilitada.

Fica aqui um abraço de solidariedade ao amigo Torquato da Luz. A falta que o Zé fazia ao Torquato, e o Torquato que não sabia…

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quinta-feira, maio 01, 2008

Levem-lhe o salário a casa...


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Esta história é fascinante. Em traços largos, o Zé, o tal que nos fazia uma falta desgraçada, é objectivamente responsável pelo pagamento de 17,8 milhões de Euros por força de uma condenação do tribunal arbitral, porque o Zé achou que o túnel do Marquês não era seguro. Uns meses e quase 18 milhões de euros depois o túnel lá está, ainda ninguém chocou com o metro nem morreu ninguém. Por outro lado, noticia-se que o presidente da câmara decidiu multar a Tâmega em 3,7 milhões de Euros por atrasos na entrega da obra. A notícia é omissa sobre se esta quantia deriva de clausulado próprio do caderno de encargos do concurso que, presumo, terá existido, ou se António Costa achou que podia liquidar uma dívida de 5,2 milhões só tendo três e vai daí, multa.

Resumindo: até informação contrária, tenho de pensar que António Costa multa como quer, o que quer e quando lhe apetece. E que o Zé, Sá Fernandes de apelido, anda divertidíssimo a brincar às providências cautelares como um miúdo de arco e balão. Neste último caso, sairia bem mais barato manter o Zé em casa e levar-lhe um salário todos os meses. Desde que o proibissem de fazer fosse o que fosse.

Via

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quinta-feira, março 27, 2008

Sarjeta

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Inglês técnico disponível para todos os gostos, incluindo versão Francisco Louçã em mode de errrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrres Famel “Foguete”. Mais uma evidência da falta que o Zé me fazia. Mais uma vez a expressão idiota de um punhado de gente que me dá poucas razôes para me orgulhar do rebanho a que pertenço. Vale a pena ver e ouvir tudo, via Al Jazeera. Mesmo que tenha de tomar um par de kompensan.

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Vídeo via Atlântico

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quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Distraídos


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Salvo erro ou omissão, apenas o Jorge Ferreira do Tomar Partido, além de mim próprio neste pequeno post, aludiu ao pormenor da Câmara Municipal de Lisboa ter sido condenada por tribunal ao pagamento de cerca de 18 milhões de Euros à empresa construtora do túnel do Marquês, em resultado dos atrasos provocados pela providência cautelar interposta por Sá Fernandes, que nos fazia uma falta imensa e um dia deve ter acordado a pensar que parar as obras devia ser giro. Tanto quanto julgo saber, as razões para a providência eram infundadas pelo que, salvo melhor opinião, o Zé que nos fazia falta é responsável por uma derrapagem de 18 milhões de Euros que devem fazer muito mais falta que ele próprio.

Infelizmente este episódio passou mais ou menos despercebido na comunicação social pelo que fico com a ideia que há muita gente distraída. É pena. Há pouco tempo, as festas e as sestas de Santana Lopes faziam correr tumultuosas torrentes de verbo. Mas, vistas bem as coisas, agora trata-se apenas de uma multa de 18 milhões de Euros. Além de que o Zé nos faz uma falta imensa e o Pedro não nos faz falta nenhuma.

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sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Derrapados e mal pagos


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Por causa da falta que o Zé nos fazia, o túnel do Marquês custou-nos mais 18 milhões de Euros. A notícia circulou timidamente por aí, provinda do Tribunal de Contas.

Fico sempre na dúvida sobre se não tivesse havido providência cautelar estávamos todos a morrer por aí a estamparmo-nos rampa abaixo ou a apanhar com uma composição do metro em cima. Ou se não, se tudo isto não passou de momentos existenciais do Zé que enquanto fazia a barba de manhã se entretinha a pensar no que faria nesse dia.

Curiosa era a cobertura que o PS, na altura, ia dando à falta que o Zé nos fazia. Atente-se neste pedaço, de 2004 e do Fórum Cidade (PS)

A paragem das obras é um incómodo para os cidadãos devido à confusão do tráfego. O Presidente da Câmara é o primeiro culpado desta confusão. Nós, PS/Lisboa, temos vindo a avisar desde Novembro de 2002 que tinha de promover este estudo. Aprovámos na Assembleia Municipal várias moções com tal exigência. É bom que se diga que este estudo não é uma coisa menor, apenas uma mera burocracia. Serve para atempadamente prevenir as consequências de uma intervenção que altera o meio ambiente e as condições de segurança das pessoas. É a mesma coisa que, por exemplo, um doente fosse fazer uma operação cirúrgica complicada e o médico cirurgião não mandasse fazer previamente um electrocardiograma e análises clínicas.

Gosto particularmente daquela parte do electrocardiograma e das análises clínicas.

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